Nesta semana, iremos continuar falando de trabalhos escolares - vide aula 2 - para as turmas que ainda não tive oportunidade de dar aula: Refiro-me aos alunos de sociolgia da segunda, terça e quarta ( que não teve aula na semana passada ) .
Mas, quem é mais atento, já deve ter percerbido que as aulas 2 e 3 acabam se completando. Então nesta semana já vamos iniciar o conteúdo em algumas turmas, ok?
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Neste bimestre, nosso foco são os primeiros pensadores da sociologia. Não adianta já estudarmos ‘direto’ os fenômenos sociais cotidianos do século XXI; precisamos entender que a sociologia não apareceu de uma hora para outra, com seus conceitos prontos e bem-definidos. Por este motivo, estudaremos primeiro os chamados 'clássicos' da Sociologia ou, em outras palavras, os primeiros pensadores daquela ciência humana.
Os pensadores da Sociologia Clássica tem alguns pontos em comum ( São eles: Comte, Durkheim, Marx e Weber) . É legal que você os compreenda estes mesmos pontos para poder identificá-los facilmente em provas e avaliações. Primeiramente, todos eram europeus; e todos são nascidos no século XIX. Digo ‘nascidos’, pois um deles, o alemão Max Weber, veio a falecer no século XX. E, por conseqüência, as suas preocupações metodológicas estão restritas à sua época. Devemos lembrar que a Europa daquele momento histórico estava sentindo as repercussões das Revoluções Industrial e Francesa. A primeira, de cunho econômico. A segunda, fora diretamente influenciada pelo pensamento Racionalista e Iluminista do século XVIII.
Estes dois eventos citados mudaram, e muito, o mundo Ocidental conhecido até então.
As conseqüências sociais destas Revoluções foram devastadoras. Algumas espécies de problemas sociais, inéditos até aquele momento, passaram a existir, tais como superlotação das cidades, esvaziamento do campo, necessidades de saneamento básico para as novas cidades industriais, novas classes sociais urbanas.
Segue abaixo, um pequeno texto sobre a teoria sociológica clássica do primeiro grande teórico da Sociologia, Auguste Comte (http://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_comte). Cabe lembrar que o livro da Cristina Costa, não dedica um capítulo a obra deste autor. Por este motivo, irei postar um texto tão longo.
Nascido em Montpellier, no Sul da França, Augusto Comte desde cedo revelou uma grande capacidade intelectual e uma prodigiosa memória. Seu interesse pelas ciências naturais era conjugado pelas questões históricas e sociais e, com 16 anos, em 1814, ingressou na Escola Politécnica de Paris. No período de 1817-1824 foi secretário do conde Henri de Saint-Simon (1760-1825), expoente do socialismo utópico; todavia, como Saint-Simon apropriava-se dos escritos de seus discípulos para si e como dava ênfase apenas à economia na interpretação dos problemas sociais, Comte rompeu com ele, passando a desenvolver autonomamente suas reflexões. São dessa época algumas fórmulas fundamentais: "Tudo é relativo, eis o único princípio absoluto" (1819) e "Todas as concepções humanas passam por três estádios sucessivos - teológico, metafísico e positivo -, com uma velocidade proporcional à velocidade dos fenômenos correspondentes" (1822) (a famosa "lei dos três estados").
Comte trabalhava intensamente na criação de uma filosofia positiva quando, em virtude de problemas conjugais, sofreu um colapso nervoso, em 1826. Recuperado, mergulhou na redação do Curso de filosofia positiva (posteriormente, em 1848, renomeado para Sistema de filosofia positiva), que lhe tomou doze anos. (...).
Entre 1851 e 1854 Comte redigiu o Sistema de política positiva, em que extraiu algumas das principais conseqüências de sua concepção de mundo não-teológica e não-metafisica, propondo uma interpretação pura e plenamente humana para a sociedade e sugerindo soluções para os problemas sociais; no volume final dessa obra, apresentou as instituições principais de sua Religião da Humanidade. Em 1856, publicou o livro Síntese subjetiva, primeiro e único volume de uma série de quatro dedicados a tratar de questões específicas das sociedades humanas: lógica, indústria, pedagogia, psicologia, mas faleceu, possivelmente de câncer, em 5 de setembro de 1857, em Paris. Sua última casa, na rua Monsieur-le-Prince, 10, foi posteriormente adquirido por positivistas e transformado no Museu Casa de Augusto Comte.
A filosofia positiva
A filosofia positiva de Comte nega que a explicação dos fenômenos naturais, assim como sociais, provenha de um só princípio. A visão positiva dos fatos abandona a consideração das causas dos fenômenos (Deus ou natureza) e pesquisa suas leis, vistas como relações abstratas e constantes entre fenômenos observáveis.
A lei dos três estados
O alicerce fundamental da obra comtiana é, indiscutivelmente, a "Lei dos Três Estados", tendo como precursores nessa idéia seminal os pensadores Condorcet e, antes dele, Turgot.
Segundo o marquês de Condorcet, a humanidade avança de uma época bárbara e mística para outra civilizada e esclarecida, em melhoramentos contínuos e, em princípio, infindáveis - sendo essa marcha o que explicaria a marcha da história.
A partir da percepção do progresso humano, Comte formulou a Lei dos Três Estados. Observando a evolução das concepções intelectuais da humanidade, Comte percebeu que essa evolução passa por três estados teóricos diferentes: o estado 'teológico' ou 'fictício', o estado 'metafísico' ou 'abstrato' e o estado 'científico' ou 'positivo', em que:
• No primeiro, os fatos observados são explicados pelo sobrenatural, por entidades cuja vontade arbitrária comanda a realidade. Assim, busca-se o absoluto e as causas primeiras e finais ("de onde vim? Para onde vou?"). A fase teológica tem várias subfases: o fetichismo, o politeísmo, o monoteísmo.
• No segundo, já se passa a pesquisar diretamente a realidade, mas ainda há a presença do sobrenatural, de modo que a metafísica é uma transição entre a teologia e a positividade. O que a caracteriza são as abstrações personificadas, de caráter ainda absoluto: "a Natureza", "o éter", "o Povo", "o Capital".
• No terceiro, ocorre o apogeu do que os dois anteriores prepararam progressivamente. Neste, os fatos são explicados segundo leis gerais abstratas, de ordem inteiramente positiva, em que se deixa de lado o absoluto (que é inacessível) e busca-se o relativo. A par disso, atividade pacífica e industrial torna-se preponderante, com as diversas nações colaborando entre si.
É importante notar que cada um desses estágios representa fases necessárias da evolução humana, em que a forma de compreender a realidade conjuga-se com a estrutura social de cada sociedade e contribuindo para o desenvolvimento do ser humano e de cada sociedade.
Dessa forma, cada uma dessas fases tem suas abstrações, suas observações e sua imaginação; o que muda é a forma como cada um desses elementos conjuga-se com os demais. Da mesma forma, como cada um dos estágios é uma forma totalizante de compreender o ser humano e a realidade, cada uma delas consiste em uma forma de filosofar, isto é, todas elas engendram filosofias.
Como é possível perceber, há uma profunda discussão ao mesmo tempo sociológica, filosófica e epistemológica subjacente à lei dos três estados - discussão que não é possível resumir no curto espaço deste artigo.
[editar] A Religião da Humanidade
Capela Positivista em Porto Alegre
Os anseios de reforma intelectual e social de Comte desenvolveram-se por meio de sua Religião da Humanidade. Para Comte, "religião" e "teologia" não são termos sinônimos: a religião refere-se ao estado de unidade humana (psicológica, espiritual e social), enquanto a teologia refere-se à crença em entidades sobrenaturais. Considerando o caráter histórico e a necessidade de unidade do ser humano, a Religião da Humanidade incorpora nela a teologia e a metafísica - respeitando, reconhecendo e celebrando o papel histórico desempenhado por esses estágios provisórios, absorvendo o que eles têm de positivo (isto é, de real e de útil).
A Religião da Humanidade encontrou em Pierre Laffitte seu principal dirigente na França após a morte de Comte, especialmente na III República francesa. No Brasil, o Positivismo religioso encontrou grande aceitação no século XIX; embora com menor intensidade no século XX, o Positivismo religioso brasileiro teve grande importância: por exemplo, durante a campanha "O petróleo é nosso!", cujo vice-Presidente era o positivista Alfredo de Moraes Filho, e durante o processo de impeachment do ex-Presidente Fernando Collor de Mello, em que o Centro Positivista do Paraná também solicitou, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil e Associação Brasileira de Imprensa, o afastamento do Presidente da República.
A Igreja Positivista do Brasil, fundada por Miguel Lemos e Teixeira Mendes em 1881, em cujos quadros estiveram Benjamin Constant Botelho de Magalhães, o Marechal Rondon e o diplomata Paulo Carneiro, continua ativa no Rio de Janeiro.
Terceira semana: Como fazer trabalhos escolares: Auguste Comte, o primeiro grande teórico da sociologia
Segunda semana: Como fazer trabalhos escolares
Algumas considerações iniciais:
Os trabalhos:
- Escritos à mão: Caneta Preta ou Azul. Destaques poderão ser feitos em caneta vermelha;
- Digitados: Fontes Arial ou Times New Roman 12, no corpo do texto. Títulos, cabeçalhos, poderão ser escritos em Caixa Alta (em letras maiúsculas), negrito ou sublinhadas.
Atenção as margens. Deverão ser idênticas dos dois lados.
Tudo isto além, em termos de ‘decoração’ (florezinhas, canetas coloridas etc. ) são desnecessários em trabalhos escolares. A idéia é bem simples: O trabalho deve chamar sua atenção por seu conteúdo e não por sua beleza estética. E convenhamos, florezinhas e cores exageradas, em sua maior parte das vezes são de gosto duvidoso...
Acrescente que, no caso dos rapazes, existe uma tendência a entregar trabalhos amassados. Cuidado. Trabalhos mal-apresentados já predispõem o examinador a não gostar do que irão ler.
Existem algumas partes necessárias e mínimas para a confecção de trabalhos escolares. Em outras palavras, todos os trabalhos escritos devem ter as seguintes seções ou campos:
-CAPA
- ÍNDICE
- INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
- DESENVOLVIMENTO
- CONCLUSÃO
- FONTES CONSULTADAS: Bibliografia; endereços/sítios eletrônicos
-ANEXOS – se houver necessidade.
Existem outros campos – tais como CONTRACAPA, DEDICATÓRIA, AGRADECIMENTOS e tantos outros. Estes vocês irão aprender a utilizar com o tempo, possivelmente na faculdade. Não nos interessam por enquanto.
Vamos agora comentar brevemente os campos obrigatórios.
1 - CAPA
Este campo é importantíssimo. Nele estão as informações necessárias para identificação do aluno(os), turma, matéria e sobre o próprio teor do trabalho. Muitos alunos não compreendem que, um trabalho não identificado é um trabalho perdido; ele possivelmente irá desaparecer no meio da grande massa de trabalhos que um professor irá corrigir.
Neste sentido, a padronização (um modelo único de identificação) é extremamente necessária. Imaginem se todo mundo usasse a forma de identificar que quisesse. Ia ser uma grande bagunça.
Na capa deverão conter os seguintes elementos:
Cabeçalho: instituição de ensino, matéria, nome do professor. Este campo estará, OBRIGATORIAMENTE, no canto superior esquerdo da capa.
Título do trabalho: Deverá ser posicionado no centro da capa do trabalho.
Identificação do aluno(os): Consiste no nome e número de quem fez o trabalho ou dos integrantes do grupo. Será posicionado no canto inferior direito da capa, um pouco acima do local e da data.
Local e data: Irá se localizar no centro da folha de rosto (capa) em sua parte inferior, diretamente abaixo do título.
Confusos? Então deixem de preguiça e façam um esboço do que eu descrevi acima, em uma folha de papel, para poder visualizar melhor.
2 – ÍNDICE
Este é um campo relativamente simples, mas tem gente que se confunde muito. Alguns, por exemplo, chamam este campo de SUMÁRIO, que é outra coisa. O índice é muito simples, como já disse, e talvez por este motivo que os alunos o errem tanto. Você só precisa fazer o seguinte:
Conteúdo ‘x’________________número da página.
Acreditem-me, tem muita gente que erra isto. Quando for fazer um trabalho, só faça isto como foi indicado acima que você não terá problemas, ok?
Existe uma coisa que você não irá fazer no índice:
- O índice, sua página correspondente, não aparece no próprio índice: Ele não tem numeração NA página, mas ele conta como página, entenderam? Normalmente o índice fica na página 3 (a contar a partir da capa – página 1, a parte de trás da capa, 2 e finalmente o índice, 3 ).
3 – INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
A verdadeira distinção entre Introdução e Apresentação você só vai entender quando estiver na faculdade. Para o nosso trabalho vamos considerar os dois como a mesma coisa. Você poderá utilizar tanto um quanto o outro, mas NÃO OS DOIS AO MESMO TEMPO.
A Introdução deverá aparecer no índice, NUMERADA. A partir dela, todos os itens subseqüentes – Desenvolvimento, Conclusão, Fontes, Anexos – deverão ter uma numeração apropriada e também uma página específica. Logicamente, a Introdução será o número 1, e possivelmente estará na página 4 ou 5.
A Introdução (ou Apresentação) é o espaço no qual o aluno irá apresentar o tema do trabalho, explicar como o mesmo trabalho foi organizado e como foi feito – tipo de pesquisa utilizada, se houveram questionários, pesquisas de campo, qual foi o material consultado etc. Mas, principalmente, nesta parte do trabalho devem ser apresentados os OBJETIVOS da pesquisa feita. O que o aluno pretende apresentar? Como ele irá fazer isto? Estas perguntas serão retomadas quando o aluno for escrever a CONCLUSÃO.
4 – DESENVOLVIMENTO
É o trabalho em si. Nesta parte estará o que foi feito pelo aluno(os). O desenvolvimento poderá ter sub-itens. Sub-itens são partes no interior do trabalho que precisam de uma explicação mais detalhada. Vou apresentar um exemplo. Vamos supor que você fez um trabalho sobre, digamos, o Descobrimento do Brasil. Nós sabemos que o descobrimento não foi assim, de uma hora para outra; é uma estória com várias fases. Então ela poderia ser estruturada assim:
O Descobrimento do Brasil
1 – Introdução
2 – Antecedentes;
2.1 – As Grandes Navegações
2.2 – Os Descobrimentos Portugueses
2.3 - As Descobertas Espanholas
2.4 – O Tratado de Tordesilhas
3 – A Chegada de Cabral ao Brasil
3.1 – A Carta de Pero Vaz de Caminha
4 – Conclusão
5 – Fontes consultadas
Como foi dito anteriormente, os sub-itens ( no caso, 2.1, 2.2 .2.3... ) são desdobramentos do tema, que no trabalho ‘pedem’ uma parte própria no interior do desenvolvimento.
5 – CONCLUSÃO
Uma vez desenvolvido o trabalho, ele pode ser concluído. A conclusão é o campo adequado para retomar o que foi proposto na INTRODUÇÃO. É mesmo possível fazer na conclusão uma autocrítica: Os pontos onde o trabalho poderia ter ficado melhor. Mas isto depende das exigências da matéria e do professor. No fim das contas, o que ‘pega’ mesmo é que na conclusão você encerra o trabalho retomando o que você se propôs a fazer no início. Simples assim.
6 - FONTES CONSULTADAS
Este campo sempre dá problemas. Os alunos simplificam a coisa, chamando esta parte do trabalho de BIBLIOGRAFIA. Isto não é de todo errado. Se você só utilizar livros para consulta, então você tem uma bibliografia. O problema é que quase ninguém hoje em dia utiliza somente livros para fazer um trabalho. Atualmente, as pessoas usam várias fontes de consulta. Por este motivo, você deve considerar este campo como FONTES e não como BIBLIOGRAFIA. A não ser que, insisto, você só use livros.
Vou apresentar aqui dois tipos de fontes de consulta mais utilizadas e como devem ser lançadas em seu trabalho. Vou iniciar pela mais padrão:
BIBLIOGRAFIA: BIBLIOS significa LIVRO; GRAFIA é uma descrição; logo, bibliografia é uma descrição de livros. Nesta parte você coloca os livros que foram consultados para fazer os trabalhos. É muito chato lançar bibliografias, mas você pega a mão com o tempo, depois de tanto repetir:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título da Obra. Cidade: Editora, edição, ano.
Difícil? Vou apresentar um exemplo prático:
DARNTON, Robert. O Grande Massacre de Gatos e Outros Episódios da História Cultural Francesa. Rio de Janeiro : Graal, 4a ed., 2001.
Se você ficar com preguiça, procure no início do livro que você consultou, que tem uma espécie de ficha, normalmente na quarta ou quinta folha do livro, com estas informações. Mais uma vez, deixe de preguiça e pegue um livro qualquer e procure estas informações.
Um outro tipo de fonte muito utilizada hoje em dia é a internet. Quando você utilizar a Web para consultas, deve existir um campo dentro das fontes consultadas chamada de Fontes Eletrônicas ou Sítios Eletrônicos. Evite utilizar termos como sites ou webpages. Estas palavras não são da língua portuguesa. Se for utilizá-las, entretanto, sempre o faça apresentando estas palavras em itálico ( aquela letrinha inclinada para direita).
O grande lance da internet é velocidade em que informação é atualizada. Os livros demoram pelo menos um ano para fazê-lo: por este motivo que você tem que dizer qual edição do livro você consultou. E no caso da internet? É Simples. Sempre lance a data e a hora do acesso àquela informação retirada no seu trabalho conforme o exemplo abaixo:
http://www.rockonthenet.com/archive/2000/vh1rocksongs.htm
Acessado em 16/02/2010, 10:36 h
Note que a informação da página citada pode mudar na próxima hora. É o caso de páginas como a Wikipedia em que existem vários colaboradores.
Um problema muito comum na citação de fonte eletrônica é de onde a informção é retirada. Pense na web como uma biblioteca. Se você cita a biblioteca em que a informação foi retirada ou cita o livro? É o mesmo caso da internet. Buscadores de pesquisa, tais como Google ou Wikipedia são bibliotecas. Não servem para lançamento. Mas o site que você achou no Google ou o verbete (palavra) da Wikipedia é o que ser lançado nas fontes eletrônicas.
7 – ANEXOS.
Este campo, apesar de ser opcional, aparece aqui neste pequeno manual, por sua praticidade. Ocorre, por exemplo, que você faça um trabalho no qual você conseguiu muito mais material que o necessário – fotos, por exemplo. Mas, por um motivo qualquer, as tais imagens não precisam ser incluídas no trabalho, mas você quer apresentá-las. No trabalho sobre o descobrimento, por exemplo, você tem um diagrama de uma caravela. Por que não incluí-la? Pois bem, coloque esta imagem nos anexos.
Senhores, este é o conteúdo da aula 2. Como alguns dos nossos amigos não terão esta aula presencial, é de fundamental importância que vocês consultem blog para ter acesso a estas informações. Qualquer dúvida na execução de trabalhos, entrem em contato via e-mail.
Os trabalhos:
- Escritos à mão: Caneta Preta ou Azul. Destaques poderão ser feitos em caneta vermelha;
- Digitados: Fontes Arial ou Times New Roman 12, no corpo do texto. Títulos, cabeçalhos, poderão ser escritos em Caixa Alta (em letras maiúsculas), negrito ou sublinhadas.
Atenção as margens. Deverão ser idênticas dos dois lados.
Tudo isto além, em termos de ‘decoração’ (florezinhas, canetas coloridas etc. ) são desnecessários em trabalhos escolares. A idéia é bem simples: O trabalho deve chamar sua atenção por seu conteúdo e não por sua beleza estética. E convenhamos, florezinhas e cores exageradas, em sua maior parte das vezes são de gosto duvidoso...
Acrescente que, no caso dos rapazes, existe uma tendência a entregar trabalhos amassados. Cuidado. Trabalhos mal-apresentados já predispõem o examinador a não gostar do que irão ler.
Existem algumas partes necessárias e mínimas para a confecção de trabalhos escolares. Em outras palavras, todos os trabalhos escritos devem ter as seguintes seções ou campos:
-CAPA
- ÍNDICE
- INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
- DESENVOLVIMENTO
- CONCLUSÃO
- FONTES CONSULTADAS: Bibliografia; endereços/sítios eletrônicos
-ANEXOS – se houver necessidade.
Existem outros campos – tais como CONTRACAPA, DEDICATÓRIA, AGRADECIMENTOS e tantos outros. Estes vocês irão aprender a utilizar com o tempo, possivelmente na faculdade. Não nos interessam por enquanto.
Vamos agora comentar brevemente os campos obrigatórios.
1 - CAPA
Este campo é importantíssimo. Nele estão as informações necessárias para identificação do aluno(os), turma, matéria e sobre o próprio teor do trabalho. Muitos alunos não compreendem que, um trabalho não identificado é um trabalho perdido; ele possivelmente irá desaparecer no meio da grande massa de trabalhos que um professor irá corrigir.
Neste sentido, a padronização (um modelo único de identificação) é extremamente necessária. Imaginem se todo mundo usasse a forma de identificar que quisesse. Ia ser uma grande bagunça.
Na capa deverão conter os seguintes elementos:
Cabeçalho: instituição de ensino, matéria, nome do professor. Este campo estará, OBRIGATORIAMENTE, no canto superior esquerdo da capa.
Título do trabalho: Deverá ser posicionado no centro da capa do trabalho.
Identificação do aluno(os): Consiste no nome e número de quem fez o trabalho ou dos integrantes do grupo. Será posicionado no canto inferior direito da capa, um pouco acima do local e da data.
Local e data: Irá se localizar no centro da folha de rosto (capa) em sua parte inferior, diretamente abaixo do título.
Confusos? Então deixem de preguiça e façam um esboço do que eu descrevi acima, em uma folha de papel, para poder visualizar melhor.
2 – ÍNDICE
Este é um campo relativamente simples, mas tem gente que se confunde muito. Alguns, por exemplo, chamam este campo de SUMÁRIO, que é outra coisa. O índice é muito simples, como já disse, e talvez por este motivo que os alunos o errem tanto. Você só precisa fazer o seguinte:
Conteúdo ‘x’________________número da página.
Acreditem-me, tem muita gente que erra isto. Quando for fazer um trabalho, só faça isto como foi indicado acima que você não terá problemas, ok?
Existe uma coisa que você não irá fazer no índice:
- O índice, sua página correspondente, não aparece no próprio índice: Ele não tem numeração NA página, mas ele conta como página, entenderam? Normalmente o índice fica na página 3 (a contar a partir da capa – página 1, a parte de trás da capa, 2 e finalmente o índice, 3 ).
3 – INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
A verdadeira distinção entre Introdução e Apresentação você só vai entender quando estiver na faculdade. Para o nosso trabalho vamos considerar os dois como a mesma coisa. Você poderá utilizar tanto um quanto o outro, mas NÃO OS DOIS AO MESMO TEMPO.
A Introdução deverá aparecer no índice, NUMERADA. A partir dela, todos os itens subseqüentes – Desenvolvimento, Conclusão, Fontes, Anexos – deverão ter uma numeração apropriada e também uma página específica. Logicamente, a Introdução será o número 1, e possivelmente estará na página 4 ou 5.
A Introdução (ou Apresentação) é o espaço no qual o aluno irá apresentar o tema do trabalho, explicar como o mesmo trabalho foi organizado e como foi feito – tipo de pesquisa utilizada, se houveram questionários, pesquisas de campo, qual foi o material consultado etc. Mas, principalmente, nesta parte do trabalho devem ser apresentados os OBJETIVOS da pesquisa feita. O que o aluno pretende apresentar? Como ele irá fazer isto? Estas perguntas serão retomadas quando o aluno for escrever a CONCLUSÃO.
4 – DESENVOLVIMENTO
É o trabalho em si. Nesta parte estará o que foi feito pelo aluno(os). O desenvolvimento poderá ter sub-itens. Sub-itens são partes no interior do trabalho que precisam de uma explicação mais detalhada. Vou apresentar um exemplo. Vamos supor que você fez um trabalho sobre, digamos, o Descobrimento do Brasil. Nós sabemos que o descobrimento não foi assim, de uma hora para outra; é uma estória com várias fases. Então ela poderia ser estruturada assim:
O Descobrimento do Brasil
1 – Introdução
2 – Antecedentes;
2.1 – As Grandes Navegações
2.2 – Os Descobrimentos Portugueses
2.3 - As Descobertas Espanholas
2.4 – O Tratado de Tordesilhas
3 – A Chegada de Cabral ao Brasil
3.1 – A Carta de Pero Vaz de Caminha
4 – Conclusão
5 – Fontes consultadas
Como foi dito anteriormente, os sub-itens ( no caso, 2.1, 2.2 .2.3... ) são desdobramentos do tema, que no trabalho ‘pedem’ uma parte própria no interior do desenvolvimento.
5 – CONCLUSÃO
Uma vez desenvolvido o trabalho, ele pode ser concluído. A conclusão é o campo adequado para retomar o que foi proposto na INTRODUÇÃO. É mesmo possível fazer na conclusão uma autocrítica: Os pontos onde o trabalho poderia ter ficado melhor. Mas isto depende das exigências da matéria e do professor. No fim das contas, o que ‘pega’ mesmo é que na conclusão você encerra o trabalho retomando o que você se propôs a fazer no início. Simples assim.
6 - FONTES CONSULTADAS
Este campo sempre dá problemas. Os alunos simplificam a coisa, chamando esta parte do trabalho de BIBLIOGRAFIA. Isto não é de todo errado. Se você só utilizar livros para consulta, então você tem uma bibliografia. O problema é que quase ninguém hoje em dia utiliza somente livros para fazer um trabalho. Atualmente, as pessoas usam várias fontes de consulta. Por este motivo, você deve considerar este campo como FONTES e não como BIBLIOGRAFIA. A não ser que, insisto, você só use livros.
Vou apresentar aqui dois tipos de fontes de consulta mais utilizadas e como devem ser lançadas em seu trabalho. Vou iniciar pela mais padrão:
BIBLIOGRAFIA: BIBLIOS significa LIVRO; GRAFIA é uma descrição; logo, bibliografia é uma descrição de livros. Nesta parte você coloca os livros que foram consultados para fazer os trabalhos. É muito chato lançar bibliografias, mas você pega a mão com o tempo, depois de tanto repetir:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título da Obra. Cidade: Editora, edição, ano.
Difícil? Vou apresentar um exemplo prático:
DARNTON, Robert. O Grande Massacre de Gatos e Outros Episódios da História Cultural Francesa. Rio de Janeiro : Graal, 4a ed., 2001.
Se você ficar com preguiça, procure no início do livro que você consultou, que tem uma espécie de ficha, normalmente na quarta ou quinta folha do livro, com estas informações. Mais uma vez, deixe de preguiça e pegue um livro qualquer e procure estas informações.
Um outro tipo de fonte muito utilizada hoje em dia é a internet. Quando você utilizar a Web para consultas, deve existir um campo dentro das fontes consultadas chamada de Fontes Eletrônicas ou Sítios Eletrônicos. Evite utilizar termos como sites ou webpages. Estas palavras não são da língua portuguesa. Se for utilizá-las, entretanto, sempre o faça apresentando estas palavras em itálico ( aquela letrinha inclinada para direita).
O grande lance da internet é velocidade em que informação é atualizada. Os livros demoram pelo menos um ano para fazê-lo: por este motivo que você tem que dizer qual edição do livro você consultou. E no caso da internet? É Simples. Sempre lance a data e a hora do acesso àquela informação retirada no seu trabalho conforme o exemplo abaixo:
http://www.rockonthenet.com/archive/2000/vh1rocksongs.htm
Acessado em 16/02/2010, 10:36 h
Note que a informação da página citada pode mudar na próxima hora. É o caso de páginas como a Wikipedia em que existem vários colaboradores.
Um problema muito comum na citação de fonte eletrônica é de onde a informção é retirada. Pense na web como uma biblioteca. Se você cita a biblioteca em que a informação foi retirada ou cita o livro? É o mesmo caso da internet. Buscadores de pesquisa, tais como Google ou Wikipedia são bibliotecas. Não servem para lançamento. Mas o site que você achou no Google ou o verbete (palavra) da Wikipedia é o que ser lançado nas fontes eletrônicas.
7 – ANEXOS.
Este campo, apesar de ser opcional, aparece aqui neste pequeno manual, por sua praticidade. Ocorre, por exemplo, que você faça um trabalho no qual você conseguiu muito mais material que o necessário – fotos, por exemplo. Mas, por um motivo qualquer, as tais imagens não precisam ser incluídas no trabalho, mas você quer apresentá-las. No trabalho sobre o descobrimento, por exemplo, você tem um diagrama de uma caravela. Por que não incluí-la? Pois bem, coloque esta imagem nos anexos.
Senhores, este é o conteúdo da aula 2. Como alguns dos nossos amigos não terão esta aula presencial, é de fundamental importância que vocês consultem blog para ter acesso a estas informações. Qualquer dúvida na execução de trabalhos, entrem em contato via e-mail.
Programa de curso de Sociologia: CEMSL, ano 2010
Olás a todos. Bem vindos. Gostaria que observassem que todas as aulas são DUPLAS.
1º bimestre:
- Aula 1 - Apresentação: conteúdo e métodos de trabalho a ser desenvolvido durante o ano. Apresentação de alguns conceitos; considerações sobre a objetividade das análises sociológicas com a apresentação de alguns temas conceituais.
- Aula 2 - Metodologia Científica: Elaboração de trabalhos acadêmicos/escolares. Conteúdo: Objetivos; métodos; introdução; desenvolvimento e conclusão.
- Aula 3 - Aspectos formais: Capa; contracapa; introdução; desenvolvimento; conclusão; fontes consultadas – bibliografia, sítios eletrônicos e outros.
Teoria Sociológica Clássica:
- Aula 4 - Auguste Comte e o Positivismo;
- Aula 5 - Émile Durkheim: Fato Social; Consciência Coletiva; Solidariedade Mecânica e Orgânica. – capítulo V
- Aula 6 - Max Weber: A Sociedade sob Perspectiva Histórica; Ação Social; Tipos Ideais; Ética Protestante. Capítulo VI
- aulas 7 e 8 - Karl Marx: Breve introdução a Teoria Marxista; Fundamentos da Lógica Dialética; Ideologia, Modo de Produção; Fetichismo da Mercadoria; Outros conceitos correlatos. Capítulo VII.
- Aulas 9 e 10 – Encerramento: Correção de atividades e entrega de notas.
2º Bimestre:
- Antropologia Contemporânea – capítulo X.
- Aulas 1 e 2 - Cultura e a questão Identitária.
- Aula 3 - Relativismo Cultural: Clifford Geertz.
- Aula 4 - Raça e Etnia: Franz Boas;
- Aulas 5, 6 e 7 : Raça e Etnia: Sérgio Buarque de Hollanda e as Raízes do Brasil. Contexto histórico da obra: a década de 20 e 30 no Brasil e no mundo; Apresentação de aspectos básicos da obra e seus conceitos.
- Aulas 8, 9 e 10: Encerramento: correção de trabalhos, exercícios e entrega de notas.
3º Bimestre: Teorias da comunicação. – capítulos XIII e XVI
-Aula 1 - A escola de Frankfurt: Pressupostos teóricos e principais pensadores (p.270)
- Aula 2 - A teoria Crítica: Indústria Cultural.
- Aula 3 - Estudo de Caso: O Fetichismo na Música e a Regressão da Audição – Max Horkheimer e Theodor Adorno. Apresentação de texto.
- Aula 4 - Estudo de caso: A Obra de Arte na Época da Reprodutibilidade Técnica – Walter Benjamin. Apresentação de texto e comentário de obras selecionadas.
- Os meios de comunicação de massa na Globalização:
- Aula 5 - Definição: Globalização.
- Aulas 5, 6, 7 - Características da Globalização: Informática e Automação; Pós-modernidade; Desterritorialização; Metropolização; Disparidades e desigualdades;
- Aula 8 - Mídia e Globalização : Propaganda e Meio-ambiente: Reflexão e Elaboração de texto.
- Aulas 9 e 10: Encerramento: Correções; entregas de nota.
4º Bimestre.
Métodos e Técnicas de pesquisa em Ciências Sociais. Cap. XIX e XX.
- Aulas 1, 2 ,3 : Embasamento conceitual para método de pesquisa nas Ciências Sociais: Modos de Ver; Indicadores quantitativos; observação; observação em massa; observação participante; observação controlada e observação participante. Documentos e registros; registro de observação. Experimento; questionário; entrevista; amostragem.
-Aulas 4, 5, 6, 7 : Acompanhamento dos trabalhos ( tarefas com notas específicas a cada fase ): Elaboração de grupos; delimitação de temas; delimitação de objetivos; especificação de Métodos; Execução de trabalho. Apresentação de resultados.
- Aulas 8, 9 e 10 : Encerramento: Entrega de notas; correção de tarefas.
Metodologia: Aulas expositivas, exercícios (Glossário de Conceitos e Categorias abordados pelos autores estudados. Elaborado em sala de aula, com auxílio do professor. Valor: 2,0 pts) e trabalho escrito (grupos de 4 – 5 integrantes, entregues via e-mail. Valor: 2,0 pts ). Avaliação bimestral ( Valor : 3,0 pts). Acresecente 2,0 pts do teste intermediário e 1,0 pt da avaliação formativo-social.
Observações:
- O blog do professor: http://solusmagister.blogspot.com/ Será o canal oficial de dicas, disponibilização de material didático.
- Os trabalhos deverão ser enviados via e mail no seguinte padrão: assunto: Título do trabalho; bimestre; turma. O trabalho deverá estar no formato Word documento anexo. Trabalhos com vírus não serão aceitos, bem como os desprovidos de identificação adequada.
Exemplo: Trabalho de Sociolgia;1º bimestre; 1º E.
- Note que, um trabalho não identificado, é um trabalho fora de seu lugar: Possivelmente será perdido.
- Só serão aceitos trabalhos entregues via e mail. Somente em último caso serão recebidos outros formatos, previamente justificados ao professor.
- O livro será disponibilizado, em sua versão digital, oportunamente no blog do professor. É de total responsabilidade do aluno providenciar seu material de leitura.
- Para os trabalhos escritos serão observados as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas ) : http://www.firb.br/abntmonograf.htm
- As regras gerais de elaboração de trabalhos será apresetada pelo professor nas primeiras aulas do bimestre.
- Trabalhos ou exercícios copiados de forma parcial ou em sua totalidade terão nota Zero.
Endereço para contato e entrega de trabalhos: marcelojosedomingos@gmail.com
Bibliografia: COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo, Moderna, 2007.
1º bimestre:
- Aula 1 - Apresentação: conteúdo e métodos de trabalho a ser desenvolvido durante o ano. Apresentação de alguns conceitos; considerações sobre a objetividade das análises sociológicas com a apresentação de alguns temas conceituais.
- Aula 2 - Metodologia Científica: Elaboração de trabalhos acadêmicos/escolares. Conteúdo: Objetivos; métodos; introdução; desenvolvimento e conclusão.
- Aula 3 - Aspectos formais: Capa; contracapa; introdução; desenvolvimento; conclusão; fontes consultadas – bibliografia, sítios eletrônicos e outros.
Teoria Sociológica Clássica:
- Aula 4 - Auguste Comte e o Positivismo;
- Aula 5 - Émile Durkheim: Fato Social; Consciência Coletiva; Solidariedade Mecânica e Orgânica. – capítulo V
- Aula 6 - Max Weber: A Sociedade sob Perspectiva Histórica; Ação Social; Tipos Ideais; Ética Protestante. Capítulo VI
- aulas 7 e 8 - Karl Marx: Breve introdução a Teoria Marxista; Fundamentos da Lógica Dialética; Ideologia, Modo de Produção; Fetichismo da Mercadoria; Outros conceitos correlatos. Capítulo VII.
- Aulas 9 e 10 – Encerramento: Correção de atividades e entrega de notas.
2º Bimestre:
- Antropologia Contemporânea – capítulo X.
- Aulas 1 e 2 - Cultura e a questão Identitária.
- Aula 3 - Relativismo Cultural: Clifford Geertz.
- Aula 4 - Raça e Etnia: Franz Boas;
- Aulas 5, 6 e 7 : Raça e Etnia: Sérgio Buarque de Hollanda e as Raízes do Brasil. Contexto histórico da obra: a década de 20 e 30 no Brasil e no mundo; Apresentação de aspectos básicos da obra e seus conceitos.
- Aulas 8, 9 e 10: Encerramento: correção de trabalhos, exercícios e entrega de notas.
3º Bimestre: Teorias da comunicação. – capítulos XIII e XVI
-Aula 1 - A escola de Frankfurt: Pressupostos teóricos e principais pensadores (p.270)
- Aula 2 - A teoria Crítica: Indústria Cultural.
- Aula 3 - Estudo de Caso: O Fetichismo na Música e a Regressão da Audição – Max Horkheimer e Theodor Adorno. Apresentação de texto.
- Aula 4 - Estudo de caso: A Obra de Arte na Época da Reprodutibilidade Técnica – Walter Benjamin. Apresentação de texto e comentário de obras selecionadas.
- Os meios de comunicação de massa na Globalização:
- Aula 5 - Definição: Globalização.
- Aulas 5, 6, 7 - Características da Globalização: Informática e Automação; Pós-modernidade; Desterritorialização; Metropolização; Disparidades e desigualdades;
- Aula 8 - Mídia e Globalização : Propaganda e Meio-ambiente: Reflexão e Elaboração de texto.
- Aulas 9 e 10: Encerramento: Correções; entregas de nota.
4º Bimestre.
Métodos e Técnicas de pesquisa em Ciências Sociais. Cap. XIX e XX.
- Aulas 1, 2 ,3 : Embasamento conceitual para método de pesquisa nas Ciências Sociais: Modos de Ver; Indicadores quantitativos; observação; observação em massa; observação participante; observação controlada e observação participante. Documentos e registros; registro de observação. Experimento; questionário; entrevista; amostragem.
-Aulas 4, 5, 6, 7 : Acompanhamento dos trabalhos ( tarefas com notas específicas a cada fase ): Elaboração de grupos; delimitação de temas; delimitação de objetivos; especificação de Métodos; Execução de trabalho. Apresentação de resultados.
- Aulas 8, 9 e 10 : Encerramento: Entrega de notas; correção de tarefas.
Metodologia: Aulas expositivas, exercícios (Glossário de Conceitos e Categorias abordados pelos autores estudados. Elaborado em sala de aula, com auxílio do professor. Valor: 2,0 pts) e trabalho escrito (grupos de 4 – 5 integrantes, entregues via e-mail. Valor: 2,0 pts ). Avaliação bimestral ( Valor : 3,0 pts). Acresecente 2,0 pts do teste intermediário e 1,0 pt da avaliação formativo-social.
Observações:
- O blog do professor: http://solusmagister.blogspot.com/ Será o canal oficial de dicas, disponibilização de material didático.
- Os trabalhos deverão ser enviados via e mail no seguinte padrão: assunto: Título do trabalho; bimestre; turma. O trabalho deverá estar no formato Word documento anexo. Trabalhos com vírus não serão aceitos, bem como os desprovidos de identificação adequada.
Exemplo: Trabalho de Sociolgia;1º bimestre; 1º E.
- Note que, um trabalho não identificado, é um trabalho fora de seu lugar: Possivelmente será perdido.
- Só serão aceitos trabalhos entregues via e mail. Somente em último caso serão recebidos outros formatos, previamente justificados ao professor.
- O livro será disponibilizado, em sua versão digital, oportunamente no blog do professor. É de total responsabilidade do aluno providenciar seu material de leitura.
- Para os trabalhos escritos serão observados as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas ) : http://www.firb.br/abntmonograf.htm
- As regras gerais de elaboração de trabalhos será apresetada pelo professor nas primeiras aulas do bimestre.
- Trabalhos ou exercícios copiados de forma parcial ou em sua totalidade terão nota Zero.
Endereço para contato e entrega de trabalhos: marcelojosedomingos@gmail.com
Bibliografia: COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo, Moderna, 2007.