NX Zero
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NX Zero
Apresentação do NX Zero em 2007.
Informação geral
Origem São Paulo, SP
País
Brasil
Gêneros
Pop punk, Rock alternativo
Período em atividade 2001 - atualmente
Gravadora(s) Urubuz Records
Arsenal Music
Página oficial
NX Zero
Integrantes
Di Ferrero
Gee Rocha
Dani Weksler
Caco Grandino
Fi Ricardo
NX Zero (geralmente abreviado para NX) é uma banda brasileira de Pop punk formada em 2001 na cidade de São Paulo. A banda é composta por Diego Ferrero (vocal), Leandro Rocha (guitarra e segunda voz), Daniel Weksler (bateria), Conrado Grandino (baixo) e Filipe Ricardo (guitarra).
A Banda lançou seu álbum de estréia pela gravadora Urubuz Records intitulado Diálogo? em 2004. Após este, a banda assinou contrato com a Arsenal Music/Universal Music e lançou mais três álbuns: NX Zero, em 2006, Agora, em 2008, e Sete Chaves, em 2009. Segundo a ABPD a Banda já recebeu 2 singles de Disco de Diamante, "Incontrolável" e "Consequência", "Cedo Ou Tarde" com Disco de Platina e "Razões e Emoções" com Disco de Platina, com um total de mais de um 100 mil downloads pagos, somente no Brasil.[1]
A banda possui até o momento 6 singles em 1º lugar no Hot 100 Brasil: "Razões e Emoções", "Pela Última Vez", "Cedo Ou Tarde", "Daqui Pra Frente", "Espero a Minha Vez" e "Só Rezo".
Índice
[esconder]
• 1 História
• 2 Integrantes
o 2.1 Ex-integrantes
• 3 Discografia
o 3.1 DEMOS
o 3.2 Álbuns
o 3.3 Singles
• 4 Videografia
o 4.1 DVD
o 4.2 Vídeos musicais
• 5 Prêmios e indicações
• 6 Referências
• 7 Ver também
• 8 Ligações externas
[editar] História
A banda começou em torno de 2001 formada pelo guitarrista e vocalista Yuri Nishida. Na época, a banda era um power trio; apenas uma guitarra, um baixo e a bateria, e o nome da banda era "NX Zero Granada". A banda se destacou em São Paulo, onde bandas como Hateen tocavam. A banda começou a crescer/vender mais, e em 2006 assumiu as primeiras posições nas rádios do país.
NX Zero foi a primeira banda independente a conseguir alcançar a primeira posição do extinto programa de música "Disk MTV". Após esse feito, a banda fechou contrato com a Universal Music, mesma gravadora das bandas CPM 22 e Hateen. O primeiro single do novo CD homônimo, Além de Mim, já com a gravadora, fez enorme sucesso e a banda conseguiu o prestígio nacional. O primeiro grande prêmio que receberam, foi o Prêmio Multishow de Música Brasileira 2007 na categoria "Revelação". Durante esse ano, o NX Zero fez uma parceira com Armandinho no "Especial MTV Estúdio Coca Cola". A segunda canção de trabalho escolhida foi Razões e Emoções, que foi o single de maior sucesso da banda até então, tanto nas rádios, quanto na TV. Eles também venceram o Video Music Brasil 2007 nas categorias "Hit do Ano", "Artista do Ano". Então, foi lançado um clipe da canção Mais e Mais, retirada do DVD "MTV Ao Vivo 5 Bandas de Rock", ganhando assim um videoclipe ao vivo, mas que acabou não virando single.
A banda lançou seu terceiro single do álbum NX Zero, a canção Pela Última Vez. Também foi lançada no Brasil a nova versão da canção de Nelly Furtado, All Good Things, que contou com participação de Di Ferrero nos vocais.
O segundo CD do NX Zero por uma gravadora grande foi intitulado Agora, que tem como primeiro single a música "Cedo ou Tarde", que alcançou o primeiro lugar nas paradas. Esse mesmo CD contém várias participações; nas faixas quatro e cinco, o rapper Túlio Dek, e um coro na faixa Cartas Pra Você, além da faixa Silêncio, que foi escrita por dois integrantes da banda Fresno.
Em 2008, o vocalista da banda, Di Ferrero, foi o primeiro brasileiro a receber o prêmio slime na festa de premiação do canal a cabo Nickelodeon, e a banda venceu as três categorias nas quais fora indicada no prêmio mais popular de música brasileira, o VMB[2].
No dia 24 de Janeiro de 2009, a banda norte-americana Taking Back Sunday acusou os brasileiros do grupo NX Zero de plágio em um chat transmitido por vídeo na internet. Segundo a banda, o NX Zero teria plagiado a sua música "MakeDamnSure", do disco "Louder Now", de 2006, em Daqui Pra Frente. "Eles tiram o refrão e cantaram a música em português com a mesma melodia", disse o grupo norte-americano. Os integrantes do Taking Back Sunday disseram ter descoberto o suposto roubo da sua melodia por meio de um fã brasileiro chamado Maurício. Mesmo com as fortes suspeitas de plágio, o NX Zero não foi punido de nenhuma forma pelo roubo da música e a grande mídia da música nunca mais tocou no assunto. Em uma nota divulgada no site "Zona Punk", Rick Bonadio, produtor e empresário da banda, disse a possível semelhança entre as músicas é uma coincidência. "É inevitável que trechos das melodias pareçam uns com os outros em várias partes do mundo", explicou.[3]
No dia 20 de outubro, a banda lançou o quarto álbum da carreira, intitulado Sete Chaves. O álbum já obtêm êxito nas vendagens e no primeiro single, a canção "Espero a Minha Vez" que liderou as paradas de sucesso do Brasil, sendo o 5º nº 1 da banda.[4]
[editar] Integrantes
Di Ferrero, vocalista durante concerto da banda.
• Diego José Ferrero (Di) - Vocal (11 de Junho de 1985)
• Leandro Franco da Rocha (Gee) - Guitarra e backing vocal (3 de Setembro de 1986)
• Daniel Weksler (Dani) - Bateria (10 de Janeiro de 1986)
• Filipe Duarte Pereira Ricardo (Fi) - Guitarra (15 de Outubro de 1985)
• Conrado Lancerotti Grandino (Caco) - Baixo (11 de Abril de 1986)
[editar] Ex-integrantes
• Yuri Nishida (nascido em São Paulo, no dia 22 de Setembro de 1984) - Fundou o NX Zero em 2001 e o Gloria em 2002, saiu do NX Zero em 2004 e do Gloria em 2005 para montar a banda Granada, onde cantou até maio de 2009. No ano de 2010, Yuri surgue em uma nova banda, o VOWE, da qual já foram disponibilizados algumas músicas do EP novo no MySpace da banda.
Cedo ou tarde:
Quando perco a fé,
Fico sem controle
E me sinto mal, sem esperança
E ao meu redor,
A inveja vai,
Fazendo as pessoas se odiarem mais.
Me sinto só,(me sinto só)
Mas sei que não estou(Mas sei que não estou)
Pois levo você no pensamento
Meu medo se vai,(Meu medo se vai)
Recupero a fé, (Recupero a fé,
E sinto que algum dia ainda vou te ver
Cedo ou Tarde (Cedo ou Tarde)
(Refrão)
Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.
Você me faz querer viver,
E o que é nosso,
Está guardado em mim e em você
E apenas isso basta
Me sinto só,(me sinto só)
Mas sei que não estou(Mas sei que não estou)
Pois levo você no pensamento
Meu medo se vai,(Meu medo se vai)
Recupero a fé, (Recupero a fé,
E sinto que algum dia ainda vou te ver
Cedo ou Tarde (Cedo ou Tarde)
(Refrão)
Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.
Uhuhul 2x
(Refrão)
Cedo ou tarde
A gente vai se encontrar,
Tenho certeza, numa bem melhor.
Sei que quando canto você pode me escutar.
Daqui pra frente
Estou aqui pra dizer que eu jamais
Imaginei te ver sofrendo assim
Te ver chorar vai me fazer sofrer ainda mais
Estou aqui pra dizer que eu jamais
Quis te ver assim (quis te ver assim)
E escrever aqui (escrever aqui)
Tudo o que senti
Mas espero que daqui pra frente
Tudo se renove pra nós dois
Nossas vidas são tão diferentes
Viva agora tudo o que sonhou
Muita coisa ainda está por vir
Muita coisa ainda vai mudar
Eu espero que daqui pra frente
Estou aqui pra dizer seu coração
Vai te mostrar exatamente pra onde ir
Que temos muito o que viver
Enganar o tempo não dá mais
Estou aqui pra dizer que eu jamais
Quis te ver assim (quis te ver assim)
E escrever aqui (escrever aqui)
Tudo o que senti
Mas espero que daqui pra frente
Tudo se renove pra nós dois
Nossas vidas são tão diferentes
Viva agora tudo o que sonhou
Muita coisa ainda está por vir
Muita coisa ainda vai mudar
Eu espero que daqui pra frente
Eu sigo o meu caminho
E você siga o seu
E acho que isso é mais forte que eu
Tive minha chance
E não sobrou mais nada
Que possa fazer você ficar
Mas espero que daqui pra frente
Tudo se renove pra nós dois
Nossas vidas são tão diferentes
Viva agora tudo o que sonhou
Muita coisa ainda está por vir
Muita coisa ainda vai mudar
Esse é meu preço pra deixar você ir...
Móveis Coloniais de Acaju
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Móveis Coloniais de Acaju
Banda Móveis Coloniais de Acaju e a Orquestra Imperial se apresentando em 2007.
Informação geral
Origem Brasília, Distrito Federal
País
Brasil
Gêneros
Rock, Ska[1]
Período em atividade 1998 - atualmente
Gravadora(s) Independente
Página oficial
moveiscoloniaisdeacaju.com.br
Integrantes
André Gonzáles
BC
Beto Mejía
Eduardo Borém
Esdras Nogueira
Fabio Pedroza
Paulo Rogério
Gabriel Coaracy
Xande Bursztyn
Fabrício Ofuji
Móveis Coloniais de Acaju é uma banda brasileira de rock e ska com influências musicais do leste europeu e de música brasileira. Surgida em 1998 em Brasília, a banda possui um álbum lançado: Idem (2005). Em 2009 elaboraram o álbum virtual e gratuito C mpl te.
O nome da banda é baseado em um evento histórico fictício: um suposto conflito unindo índios e portugueses contra os ingleses na Ilha do Bananal.[2]
Índice
[esconder]
• 1 História
• 2 Apresentações
o 2.1 Móveis Convida
• 3 Integrantes
• 4 Discografia
o 4.1 Álbuns de estúdio
o 4.2 Álbum virtual
o 4.3 EPs
o 4.4 Singles
• 5 Referências
• 6 Ligações externas
[editar] História
Formada em 1998, a banda teve seu primeiro disco, Idem, lançado em 2005, com tiragem inicial de 3 mil cópias. O álbum teve boa aceitação e atingiu a marca de duas mil cópias vendidas nos dez primeiros dias.[1]
Em termos gastronômicos, o som de Móveis Coloniais de Acaju já foi denominado pelos próprios membros de "feijoada búlgara". É possível perceber o rock e ska com a influência de ritmos do leste europeu e música brasileira.[3]
Sem Palavras, o single lançado em 2007 pela banda, ficou em 21ª posição na lista das 50 melhores músicas do ano na revista Rolling Stone.[4][5] Em 2009 a banda lançou o single Falso Retrato (U-HU) e prepara novas músicas em parcerias com os poetas brasileiros.
[editar] Apresentações
A banda tem passagem em eventos como o Brasília Music Festival (2003), Curitiba Rock Festival (2005), Bananada (2003 e 2004), Porão do Rock (2000, 2005, 2007 e 2008), no Festival de MPB da UNESP de Ilha Solteira (2008) e recentemente se apresentaram no FMB (Feira Música Brasil) em Recife 2009.[6] Entre shows e festivais, o grupo esteve ao lado de bandas americanas como Weezer, Live, Alanis Morissette, Simply Red, Slackers e Voodoo Glow Skulls; a venezuelana Desorden Público; e as conhecidas brasileiras Charlie Brown Jr., Ultraje a Rigor, Ira!, Pato Fu, Barão Vermelho, Dead Fish e Los Hermanos.
Participaram também do Festival Indie Rock (2007), se apresentaram ao lado de bandas e estrangeiras de indie rock, entre elas The Magic Numbers, The Rakes, e as brasileiras Moptop e Nação Zumbi.[7]
[editar] Móveis Convida
O contato com as bandas, o aprendizado da estrada e o carinho por Brasília contribuíram para que a banda criasse seu próprio festival, o Móveis Convida. Da primeira edição, ainda em experiência (no fim de 2005) à última (em abril de 2009, que marcou a estreia das novas músicas) passaram mais de 20 bandas (de atrações renomadas como Pato Fu, Los Hermanos e Black Drawing Chalks) e um público médio de quatro mil pessoas por edição.
Eu nasci com a fama
Eu.nasci.com.fama
Móveis Coloniais de Acaju
Composição: Leonardo Bursztyn e André Gonzales
O homem nasceu, pelado e ateu
Levou um tapa na bundinha e um boné recebeu
Nem nome ele tinha, deixaram a audiência escolher
Acessando seu site, seu e-mail ou ICQ
Depois de longa votação, elegeram João
Um nome simples, bonito, simboliza a nação
Lhe arranjaram uma parceira igualmente conhecida
O que só aumentou o interesse sobre sua vida
E ela fez com ele o que era mais provável
Sentiu na carne como era descartável
Intensa exposição
Dominava todos os meios de comunicação
Então foi fácil aparecer
Vestindo slogans, usando marcas na TV
Não foram quinze segundos, mas a vida inteira de fama
Que não amenizaram, porém, seu imenso drama
Não sabia se existia, ou se era mera criação
De uma mídia arrependida que clamava por seu perdão
Então, um certo dia
Olhou pra lua e viu que ela não mais refletia
Apenas um slogan ocupava a bela bola
Com simples dizeres: Beba Coca-Cola.
Eu nasci a 10 mil anos atrás
Um dia, numa rua da cidade, eu vi um velhinho sentado na calçada
Com uma cuia de esmola e uma viola na mão
O povo parou pra ouvir, ele agradeceu as moedas
E cantou essa música, que contava uma história
Que era mais ou menos assim:
Eu nasci há dez mil anos atrás
e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi cristo ser crucificado
O amor nascer e ser assassinado
Eu vi as bruxas pegando fogo pra pagarem seus pecados,
Eu vi,
Eu vi Moisés cruzar o mar vermelho
Vi Maomé cair na terra de joelhos
Eu vi pedro negar Cristo por três vezes diante do espelho
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi as velas se acenderem para o Papa
Vi Babilônia ser riscada do mapa
Vi conde Drácula sugando o sangue novo
e se escondendo atrás da capa
Eu vi,
Eu vi a arca de Noé cruzar os mares
Vi Salomão cantar seus salmos pelos ares
Eu vi Zumbi fugir com os negros pra floresta
pro quilombo dos palmares
Eu vi,
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais (2x)
Eu vi o sangue que corria da montanha
quando Hitler chamou toda a Alemanha
Vi o soldado que sonhava com a amada numa cama de campanha
Eu li,
Eu li os simbolos sagrados de Umbanda
Eu fui criança pra poder dançar ciranda
E, quando todos praguejavam contra o frio,
eu fiz a cama na varanda
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
não, não porque
Eu nasci
(eu nasci)
Há dez mil anos atrás
(eu nasci há dez mil anos atrás)
E não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais
Não, não
Eu tava junto com os macacos na caverna
Eu bebi vinho com as mulheres na taberna
E quando a pedra despencou da ribanceira
Eu também quebrei e perna
Eu também,
Eu fui testemunha do amor de Rapunzel
Eu vi a estrela de Davi brilhar no céu
E praquele que provar que eu tou mentindo
eu tiro o meu chapéu
(eu nasci)
Eu nasci
(há dez mil anos atrás)
Eu nasci há dez mil anos atrás
(e não tem nada nesse mundo que eu não saiba demais)
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