Sexta e sétima semanas: Karl Marx e o Marxismo

Olás! O texto abaixo retirado da Wikipedia, comenta vários dos aspectos destacados em sala de aula, mas não todos. O grosso de nosso conteúdo concentra-se nas discussões de sala de aula, por este motivo, a sua participação é fundamental!
Não se esqueçam das tarefas! Elas valem nota e serão vistas na semana anterior as provas bimestrais.
E para os preguiçosos, link do manifesto comunista: http://www.dorl.pcp.pt/images/classicos/manifesto%20ed%20avante%2097.pdf
Na leitura deste documento, pulem os prefácios, vão direto para a página 14 onde está a introdução e o capítulo 1 - que tem umas dez ou doze páginas.


'O Marxismo é o conjunto de idéias filosóficas, econômicas, políticas e sociais elaboradas primariamente por Karl Marx e Friedrich Engels e desenvolvidas mais tarde por outros seguidores. Baseado na concepção materialista e dialética da História interpreta a vida social conforme a dinâmica da base produtiva das sociedades e das lutas de classes daí conseqüentes. O marxismo compreende o homem como um ser social histórico e que possui a capacidade de trabalhar e desenvolver a produtividade do trabalho, o que diferencia os homens dos outros animais e possibilita o progresso de sua emancipação da escassez da natureza, o que proporciona o desenvolvimento das potencialidades humanas. A luta comunista se resume à emancipação do proletariado por meio da liberação da classe operária, para que os trabalhadores da cidade e do campo, em aliança política, rompam na raiz a propriedade privada burguesa, transformando a base produtiva no sentido da socialização dos meios de produção, para a realização do trabalho livremente associado - o comunismo -, abolindo as classes sociais existentes e orientando a produção - sob controle social dos próprios produtores - de acordo com os interesses humanos-naturais.

Fruto de décadas de colaboração entre Karl Marx e Friedrich Engels, o marxismo influenciou os mais diversos setores da atividade humana ao longo do século XX, desde a política e a prática sindical até a análise e interpretação de fatos sociais, morais, artísticos, históricos e econômicos. O marxismo foi utilizado desvirtuadamente como base para as doutrinas oficiais utilizadas nos países socialistas, nas sociedades pós-revolucionárias.

No entanto, o marxismo ultrapassou as idéias dos seus precursores, tornando-se uma corrente político-teórica que abrange uma ampla gama de pensadores e militantes, nem sempre coincidentes e assumindo posições teóricas e políticas às vezes antagônicas, tornando-se necessário observar as diversas definições de marxismo e suas diversas tendências, especialmente a social-democracia, o bolchevismo, o esquerdismo e o comunismo de conselhos.
Marx criticou ferozmente o sistema filosófico idealista de Hegel. Enquanto que, para Hegel, da realidade se faz filosofia, para Marx a filosofia precisa incidir sobre a realidade. O núcleo do pensamento de Marx é sua interpretação do homem, que começa com a necessidade de sobrevivência humana. A história se inicia com o próprio homem que, na busca da satisfação de necessidades, trabalha sobre a natureza. À medida que realiza este trabalho, o homem se descobre como ser produtivo e passa a ter consciência de si e do mundo através do desenvolvimento da aprimoramento da produtividade do trabalho, da ciência sobre a realidade. Percebe-se então que "a história é o processo de criação do homem pelo trabalho humano".
A mais-valia

Ver artigo principal: Mais-valia

O que faz o valor de uma mercadoria? Aqui esta uma pergunta que instigou os economistas da Escola Clássica e que levou Marx a desenvolver o conceito da "mais-valia", que é descrita por Paul Singer no excerto abaixo:
Cquote1.svg Marx repensa o problema nos seguintes termos: cada capitalista divide seu capital em duas partes, uma para adquirir insumos (máquinas, matérias-primas) e outra para comprar força de trabalho; a primeira, chamada capital constante, somente transfere o seu valor ao produto final; a segunda, chamada capital variável, ao utilizar o trabalho dos assalariados, adiciona um valor novo ao produto final. É este valor adicionado, que é maior que o capital variável (daí o nome "variável": ele se expande no processo de produção), que é repartido entre capitalista e trabalhador. O capitalista entrega ao trabalhador uma parte do valor que este último produziu, sob forma de salário, e se apropria do restante sob a forma de mais-valia Cquote2.svg
— '

Na verdade, o trabalhador produz mais do que foi calculado, ou seja, a força de trabalho cria um valor superior ao estipulado inicialmente. Esse trabalho excedente não é pago ao trabalhador e serve para aumentar cada vez mais o capital. Insere-se neste ponto a questão da alienação - o produtor não se reconhece no que produz; o produto surge como um poder separado do produtor. O produto surge então como algo separado, como uma realidade soberana – o fetichismo da mercadoria. Mas o que faz com que o homem não perceba? A resposta, de acordo com Marx, está na ideologia dominante, que procura sempre retardar e disfarçar as contradições politicamente. Portanto, a luta de classes só pode ter como objetivo a supressão dessa extorsão e a instituição de uma sociedade na qual os produtores seriam senhores de sua produção.

Fica esclarecido, entretanto, que o que vai nos parágrafos antecedentes é a afirmação marxista sobre mais-valia. Há outros entendimentos sobre o valor das mercadorias, o trabalho, os investimentos e os riscos envolvidos em sua produção que divergem diametralmente deste entendimento e afirmam a inexistência da mais-valia tal como descrita no marxismo.
[editar] A concepção materialista da História - Materialismo histórico

Ver artigo principal: Materialismo Histórico

O primeiro fruto da associação de Marx e Engels foi o texto A Sagrada Família, e logo depois a Ideologia Alemã, sendo neste segundo texto que aparece a primeira formulação geral das bases da concepção materialista da História. O próprio Marx afirma que foi a análise da filosofia do Estado de Hegel que o levou a tirar a conclusão de que "as relações legais, tal como as formas de Estado, têm de ser estudadas não por si próprias, ou em função de uma suposta evolução geral do espírito humano, mas antes como radicando em determinadas condições materiais da vida".

A concepção materialista da História, exposta em A Ideologia Alemã difere-se do Materialismo de Feuerbach. Para Marx, a história é um processo de criação, satisfação, e recriação contínuas das necessidades humanas; é isso o que distingue o homem dos animais, cujas necessidades são fixas e imutáveis. Quando pretendemos estudar a evolução da sociedade humana, temos de partir do exame empírico dos processos reais, concretos, da vida social da existência humana. Os seres humanos não devem ser considerados num isolamento, mas num processo de evolução real, a que estão submetidos em determinadas condições materiais e históricas (desenvolvimento das relações sociais). Desde o momento em que este processo passa a ser descrito, a história deixa de ser uma coleção de fatos mortos ou uma atividade inventada de sujeitos inventados. Quando se descreve uma realidade, a filosofia como ramo alienado e independente do conhecimento prático deixa de existir.

Separadas da história, essas abstrações não têm qualquer sentido real. Servem apenas para facilitar o ordenamento histórico, não fornecendo, porém, um esquema de interpretação das épocas da história. Cada um dos vários tipos de sociedade identificados por Marx caracteriza-se por uma dinâmica interna de evolução própria. Mas essas características só podem ser identificadas e definidas mediante uma análise Ex post facto. Atribuir finalidade à história não passa de uma distorção teleológica, que transforma a história recente na finalidade da historia mais antiga. A tipologia da sociedade estabelecida por Marx baseia-se no reconhecimento de uma diferenciação progressiva da divisão do trabalho.

Em outras palavras, o que Marx explicitou foi que, embora possamos tentar compreender e definir o ser humano pela consciência, pela linguagem e pela religião, o que realmente o caracteriza é a forma pela qual produz e reproduz suas condições de existência. Fundamental, portanto, é análise das condições materiais da existência societária.
[editar] A concepção materialista da realidade - Materialismo dialético

Ver artigo principal: Materialismo dialético

A realidade não é estática, ela é dinâmica, está sempre em transformações, tanto qualitativas quanto quantitativas. No contexto dialético, também o espírito não é conseqüência passiva e/ou mecânica da ação da matéria, podendo reagir sobre aquilo que o determina. Isso significa que a consciência, mesmo sendo determinada pela matéria e estando historicamente determinada, não é pura passividade: o conhecimento do determinismo liberta o homem por meio da ação deste sobre o mundo, possibilitando inclusive a ação revolucionária. Assim, Marx se denominava um materialista, não idealista. O Materialismo Histórico e o Materialismo Dialético podem, grosso modo, serem tomados por termos intercambiáveis, sendo o primeiro mais adequado ao se tratar de "coisas humanas" e o segundo adequado para aspectos do real. Engels acabou desenvolvendo mais do que Marx acerca do Materialismo Dialético.

Ainda que a afirmação de Marx de que suas idéias eram científicas tenha sido refutada veementemente, principalmente após a publicação, em 1934, de A Lógica da Pesquisa Científica, de Karl Popper (1902-1994) e derrocada dos países denominados socialistas, a cientificidade dos estudos das ciências humanas, tal como a História, não devem e não podem ser automaticamente desconsiderada. O "erro" de Marx, talvez, possa ter sido o de superestimar a previsibilidade das sociedades humanas. Sem dúvida, nenhum dos países que se autoproclamavam marxistas trilhou os rumos profetizados por Marx, pois como este bem se preocupou e demonstrou, não existe nem a remota possibilidade da construção do socialismo em uma única nação, apenas internacionalmente. Contudo, juntos eles representavam quase um terço de toda a população mundial, o que talvez coloque Karl Marx como o pensador não-religioso de maior influência na história. Ainda que pouco previsíveis, as sociedades humanas certamente devem render muitas graças a este homem nascido em Trier, pelos grandes avanços teórico-metodológicos prestados ao campo das ciências humanas, por sua militância pela emancipação da humanidade, pelo desenvolvimento da concepção materialista dialética e Histórica, dentre várias outras contribuições, feitas durante o século XIX.'

Quinta semana: Émile Durkheim

Émile Durkheim (Épinal, 15 de abril de 1858 — Paris, 15 de novembro de 1917) é considerado um dos pais da sociologia moderna. Durkheim foi o fundador da escola francesa de sociologia, posterior a Marx, que combinava a pesquisa empírica com a teoria sociológica. É reconhecido amplamente como um dos melhores teóricos do conceito da coesão social.
Durkheim formou-se em Filosofia, porém sua obra inteira é dedicada à Sociologia. Seu principal trabalho é na reflexão e no reconhecimento da existência de uma "Consciência Coletiva". Ele parte do princípio que o homem seria apenas um animal selvagem que só se tornou Humano porque se tornou sociável, ou seja, foi capaz de aprender hábitos e costumes característicos de seu grupo social para poder conviver no meio deste.

A este processo de aprendizagem, Durkheim chamou de "Socialização", a consciência coletiva seria então formada durante a nossa socialização e seria composta por tudo aquilo que habita nossas mentes e que serve para nos orientar como devemos ser, sentir e nos comportar. E esse "tudo" ele chamou de "Fatos Sociais", e disse que esses eram os verdadeiros objetos de estudo da Sociologia.

Nem tudo que uma pessoa faz é um fato social, para ser um fato social tem de atender a três características: generalidade, exterioridade e coercitividade. Isto é, o que as pessoas sentem, pensam ou fazem independente de suas vontades individuais, é um comportamento estabelecido pela sociedade. Não é algo que seja imposto especificamente a alguém, é algo que já estava lá antes e que continua depois e que não dá margem a escolhas.

O mérito de Durkheim aumenta ainda mais quando publica seu livro "As regras do método sociológico", onde define uma metodologia de estudo, que embora sendo em boa parte extraída das ciências naturais, dá seriedade à nova ciência. Era necessário revelar as leis que regem o comportamento social, ou seja, o que comanda os fatos sociais.

Em seus estudos, os quais serviram de pontos expiatórios para os inícios de debates contra Gabriel Tarde (o que perdurou praticamente até o fim de sua carreira), ele concluiu que os fatos sociais atingem toda a sociedade, o que só é possível se admitirmos que a sociedade é um todo integrado. Se tudo na sociedade está interligado, qualquer alteração afeta toda a sociedade, o que quer dizer que se algo não vai bem em algum setor da sociedade, toda ela sentirá o efeito. Partindo deste raciocínio ele desenvolve dois dos seus principais conceitos: Instituição social e Anomia.

A instituição social é um mecanismo de proteção da sociedade, é o conjunto de regras e procedimentos padronizados socialmente, reconhecidos, aceitos e sancionados pela sociedade, cuja importância estratégica é manter a organização do grupo e satisfazer as necessidades dos indivíduos que dele participam. As instituições são, portanto, conservadoras por essência, quer seja família, escola, governo, polícia ou qualquer outra, elas agem fazendo força contra as mudanças, pela manutenção da ordem.

Durkheim deixa bem claro em sua obra o quanto acredita que essas instituições são valorosas e parte em sua defesa, o que o deixou com uma certa reputação de conservador, que durante muitos anos causou antipatia a sua obra. Mas Durkheim não pode ser meramente tachado de conservador, sua defesa das instituições se baseia num ponto fundamental, o ser humano necessita se sentir seguro, protegido e respaldado. Uma sociedade sem regras claras (num conceito do próprio Durkheim, "em estado de anomia"), sem valores, sem limites leva o ser humano ao desespero. Preocupado com esse desespero, Durkheim se dedicou ao estudo da criminalidade, do suicídio e da religião. O homem que inovou construindo uma nova ciência inovava novamente se preocupando com fatores psicológicos, antes da existência da Psicologia. Seus estudos foram fundamentais para o desenvolvimento da obra de outro grande homem: Freud.

Basta uma rápida observação do contexto histórico do século XIX, para se perceber que as instituições sociais se encontravam enfraquecidas, havia muito questionamento, valores tradicionais eram rompidos e novos surgiam, muita gente vivendo em condições miseráveis, desempregados, doentes e marginalizados. Ora, numa sociedade integrada essa gente não podia ser ignorada, de uma forma ou de outra, toda a sociedade estava ou iria sofrer as conseqüências. Aos problemas que ele observou, ele considerou como patologia social, e chamou aquela sociedade doente de "Anomana". A anomia era a grande inimiga da sociedade, algo que devia ser vencido, e a sociologia era o meio para isso. O papel do sociólogo seria, portanto, estudar, entender e ajudar a sociedade.

Na tentativa de "curar" a sociedade da anomia, Durkheim escreve "Da divisão do trabalho social", onde ele descreve a necessidade de se estabelecer uma solidariedade orgânica entre os membros da sociedade. A solução estaria em, seguindo o exemplo de um organismo biológico, onde cada órgão tem uma função e depende dos outros para sobreviver, se cada membro da sociedade exercer uma função na divisão do trabalho, ele será obrigado através de um sistema de direitos e deveres, e também sentirá a necessidade de se manter coeso e solidário aos outros. O importante para ele é que o indivíduo realmente se sinta parte de um todo, que realmente precise da sociedade de forma orgânica, interiorizada e não meramente mecânica.
Fonte: http:///pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89mile_Durkheim
acessado em /8/3/010 as 11:45hs

Quarta semana: Auguste Comte e a Teoria sociológica Clássica

Teoria sociológica clássica: Auguste Comte.
Estes serão os tópicos apresentados nesta semana:
1 – comte e o Positivismo.
- Positivismo: seus objetos de estudo, conceitos e métodos.
- Comte, distinção da sociologia em relação às outras ciências : chamada por Comte de Física Social, em comparaçã as ciências da natureza.
- Positivo: Seguro, científico.--> derivação do Cientificismo: a crença no poder dominante da ciência, típico do século XIX.
- Positivismo: 1 – sistematização de todos os aspectos da natureza na forma de Leis científicas. 2 – Pretensão: substituir as outras formas de explicação dos fenômenos, tais como a Religião e o Senso Comum. 3 – a já citada aproximação com as Ciências Naturais.
- O Método Positivo: O mesmo método das ciências naturais: observação, tese, experimentação, teorias e Leis.
- O Método Positivo II: Nele, a sociedade é concebida com um organismo vivo tal e qual na Biologia. Por este motivo, o Positivismo também é conhecido com ORGANICISMO.
- Avanços do Positivismo: A partir desta filosofia, a sociedade pode ser entendida sob a perspectiva científica, desprezando os achismos.
Críticas ao Positivismo: Preconcietos e limites conceituais -> O Positivismo foi o porta-voz da superioridade européia em relação ao restante do mundo no século XIX. Isto, todavia, não diminui a sua importância e influência.

Comte e suas grande Lei: A Lei dos Três Estados: - Metafísico; Teológico e Positivo

Terceira semana: Como fazer trabalhos escolares: Auguste Comte, o primeiro grande teórico da sociologia

Nesta semana, iremos continuar falando de trabalhos escolares - vide aula 2 - para as turmas que ainda não tive oportunidade de dar aula: Refiro-me aos alunos de sociolgia da segunda, terça e quarta ( que não teve aula na semana passada ) .
Mas, quem é mais atento, já deve ter percerbido que as aulas 2 e 3 acabam se completando. Então nesta semana já vamos iniciar o conteúdo em algumas turmas, ok?
-----------------------------------------------------------------------------------

Neste bimestre, nosso foco são os primeiros pensadores da sociologia. Não adianta já estudarmos ‘direto’ os fenômenos sociais cotidianos do século XXI; precisamos entender que a sociologia não apareceu de uma hora para outra, com seus conceitos prontos e bem-definidos. Por este motivo, estudaremos primeiro os chamados 'clássicos' da Sociologia ou, em outras palavras, os primeiros pensadores daquela ciência humana.
Os pensadores da Sociologia Clássica tem alguns pontos em comum ( São eles: Comte, Durkheim, Marx e Weber) . É legal que você os compreenda estes mesmos pontos para poder identificá-los facilmente em provas e avaliações. Primeiramente, todos eram europeus; e todos são nascidos no século XIX. Digo ‘nascidos’, pois um deles, o alemão Max Weber, veio a falecer no século XX. E, por conseqüência, as suas preocupações metodológicas estão restritas à sua época. Devemos lembrar que a Europa daquele momento histórico estava sentindo as repercussões das Revoluções Industrial e Francesa. A primeira, de cunho econômico. A segunda, fora diretamente influenciada pelo pensamento Racionalista e Iluminista do século XVIII.
Estes dois eventos citados mudaram, e muito, o mundo Ocidental conhecido até então.
As conseqüências sociais destas Revoluções foram devastadoras. Algumas espécies de problemas sociais, inéditos até aquele momento, passaram a existir, tais como superlotação das cidades, esvaziamento do campo, necessidades de saneamento básico para as novas cidades industriais, novas classes sociais urbanas.

Segue abaixo, um pequeno texto sobre a teoria sociológica clássica do primeiro grande teórico da Sociologia, Auguste Comte (http://pt.wikipedia.org/wiki/Auguste_comte). Cabe lembrar que o livro da Cristina Costa, não dedica um capítulo a obra deste autor. Por este motivo, irei postar um texto tão longo.
Nascido em Montpellier, no Sul da França, Augusto Comte desde cedo revelou uma grande capacidade intelectual e uma prodigiosa memória. Seu interesse pelas ciências naturais era conjugado pelas questões históricas e sociais e, com 16 anos, em 1814, ingressou na Escola Politécnica de Paris. No período de 1817-1824 foi secretário do conde Henri de Saint-Simon (1760-1825), expoente do socialismo utópico; todavia, como Saint-Simon apropriava-se dos escritos de seus discípulos para si e como dava ênfase apenas à economia na interpretação dos problemas sociais, Comte rompeu com ele, passando a desenvolver autonomamente suas reflexões. São dessa época algumas fórmulas fundamentais: "Tudo é relativo, eis o único princípio absoluto" (1819) e "Todas as concepções humanas passam por três estádios sucessivos - teológico, metafísico e positivo -, com uma velocidade proporcional à velocidade dos fenômenos correspondentes" (1822) (a famosa "lei dos três estados").
Comte trabalhava intensamente na criação de uma filosofia positiva quando, em virtude de problemas conjugais, sofreu um colapso nervoso, em 1826. Recuperado, mergulhou na redação do Curso de filosofia positiva (posteriormente, em 1848, renomeado para Sistema de filosofia positiva), que lhe tomou doze anos. (...).
Entre 1851 e 1854 Comte redigiu o Sistema de política positiva, em que extraiu algumas das principais conseqüências de sua concepção de mundo não-teológica e não-metafisica, propondo uma interpretação pura e plenamente humana para a sociedade e sugerindo soluções para os problemas sociais; no volume final dessa obra, apresentou as instituições principais de sua Religião da Humanidade. Em 1856, publicou o livro Síntese subjetiva, primeiro e único volume de uma série de quatro dedicados a tratar de questões específicas das sociedades humanas: lógica, indústria, pedagogia, psicologia, mas faleceu, possivelmente de câncer, em 5 de setembro de 1857, em Paris. Sua última casa, na rua Monsieur-le-Prince, 10, foi posteriormente adquirido por positivistas e transformado no Museu Casa de Augusto Comte.
A filosofia positiva
A filosofia positiva de Comte nega que a explicação dos fenômenos naturais, assim como sociais, provenha de um só princípio. A visão positiva dos fatos abandona a consideração das causas dos fenômenos (Deus ou natureza) e pesquisa suas leis, vistas como relações abstratas e constantes entre fenômenos observáveis.
A lei dos três estados
O alicerce fundamental da obra comtiana é, indiscutivelmente, a "Lei dos Três Estados", tendo como precursores nessa idéia seminal os pensadores Condorcet e, antes dele, Turgot.
Segundo o marquês de Condorcet, a humanidade avança de uma época bárbara e mística para outra civilizada e esclarecida, em melhoramentos contínuos e, em princípio, infindáveis - sendo essa marcha o que explicaria a marcha da história.
A partir da percepção do progresso humano, Comte formulou a Lei dos Três Estados. Observando a evolução das concepções intelectuais da humanidade, Comte percebeu que essa evolução passa por três estados teóricos diferentes: o estado 'teológico' ou 'fictício', o estado 'metafísico' ou 'abstrato' e o estado 'científico' ou 'positivo', em que:
• No primeiro, os fatos observados são explicados pelo sobrenatural, por entidades cuja vontade arbitrária comanda a realidade. Assim, busca-se o absoluto e as causas primeiras e finais ("de onde vim? Para onde vou?"). A fase teológica tem várias subfases: o fetichismo, o politeísmo, o monoteísmo.
• No segundo, já se passa a pesquisar diretamente a realidade, mas ainda há a presença do sobrenatural, de modo que a metafísica é uma transição entre a teologia e a positividade. O que a caracteriza são as abstrações personificadas, de caráter ainda absoluto: "a Natureza", "o éter", "o Povo", "o Capital".
• No terceiro, ocorre o apogeu do que os dois anteriores prepararam progressivamente. Neste, os fatos são explicados segundo leis gerais abstratas, de ordem inteiramente positiva, em que se deixa de lado o absoluto (que é inacessível) e busca-se o relativo. A par disso, atividade pacífica e industrial torna-se preponderante, com as diversas nações colaborando entre si.
É importante notar que cada um desses estágios representa fases necessárias da evolução humana, em que a forma de compreender a realidade conjuga-se com a estrutura social de cada sociedade e contribuindo para o desenvolvimento do ser humano e de cada sociedade.
Dessa forma, cada uma dessas fases tem suas abstrações, suas observações e sua imaginação; o que muda é a forma como cada um desses elementos conjuga-se com os demais. Da mesma forma, como cada um dos estágios é uma forma totalizante de compreender o ser humano e a realidade, cada uma delas consiste em uma forma de filosofar, isto é, todas elas engendram filosofias.
Como é possível perceber, há uma profunda discussão ao mesmo tempo sociológica, filosófica e epistemológica subjacente à lei dos três estados - discussão que não é possível resumir no curto espaço deste artigo.
[editar] A Religião da Humanidade


Capela Positivista em Porto Alegre
Os anseios de reforma intelectual e social de Comte desenvolveram-se por meio de sua Religião da Humanidade. Para Comte, "religião" e "teologia" não são termos sinônimos: a religião refere-se ao estado de unidade humana (psicológica, espiritual e social), enquanto a teologia refere-se à crença em entidades sobrenaturais. Considerando o caráter histórico e a necessidade de unidade do ser humano, a Religião da Humanidade incorpora nela a teologia e a metafísica - respeitando, reconhecendo e celebrando o papel histórico desempenhado por esses estágios provisórios, absorvendo o que eles têm de positivo (isto é, de real e de útil).
A Religião da Humanidade encontrou em Pierre Laffitte seu principal dirigente na França após a morte de Comte, especialmente na III República francesa. No Brasil, o Positivismo religioso encontrou grande aceitação no século XIX; embora com menor intensidade no século XX, o Positivismo religioso brasileiro teve grande importância: por exemplo, durante a campanha "O petróleo é nosso!", cujo vice-Presidente era o positivista Alfredo de Moraes Filho, e durante o processo de impeachment do ex-Presidente Fernando Collor de Mello, em que o Centro Positivista do Paraná também solicitou, assim como a Ordem dos Advogados do Brasil e Associação Brasileira de Imprensa, o afastamento do Presidente da República.
A Igreja Positivista do Brasil, fundada por Miguel Lemos e Teixeira Mendes em 1881, em cujos quadros estiveram Benjamin Constant Botelho de Magalhães, o Marechal Rondon e o diplomata Paulo Carneiro, continua ativa no Rio de Janeiro.

Segunda semana: Como fazer trabalhos escolares

Algumas considerações iniciais:
Os trabalhos:
- Escritos à mão: Caneta Preta ou Azul. Destaques poderão ser feitos em caneta vermelha;
- Digitados: Fontes Arial ou Times New Roman 12, no corpo do texto. Títulos, cabeçalhos, poderão ser escritos em Caixa Alta (em letras maiúsculas), negrito ou sublinhadas.
Atenção as margens. Deverão ser idênticas dos dois lados.
Tudo isto além, em termos de ‘decoração’ (florezinhas, canetas coloridas etc. ) são desnecessários em trabalhos escolares. A idéia é bem simples: O trabalho deve chamar sua atenção por seu conteúdo e não por sua beleza estética. E convenhamos, florezinhas e cores exageradas, em sua maior parte das vezes são de gosto duvidoso...
Acrescente que, no caso dos rapazes, existe uma tendência a entregar trabalhos amassados. Cuidado. Trabalhos mal-apresentados já predispõem o examinador a não gostar do que irão ler.
Existem algumas partes necessárias e mínimas para a confecção de trabalhos escolares. Em outras palavras, todos os trabalhos escritos devem ter as seguintes seções ou campos:
-CAPA
- ÍNDICE
- INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO
- DESENVOLVIMENTO
- CONCLUSÃO
- FONTES CONSULTADAS: Bibliografia; endereços/sítios eletrônicos
-ANEXOS – se houver necessidade.

Existem outros campos – tais como CONTRACAPA, DEDICATÓRIA, AGRADECIMENTOS e tantos outros. Estes vocês irão aprender a utilizar com o tempo, possivelmente na faculdade. Não nos interessam por enquanto.
Vamos agora comentar brevemente os campos obrigatórios.
1 - CAPA
Este campo é importantíssimo. Nele estão as informações necessárias para identificação do aluno(os), turma, matéria e sobre o próprio teor do trabalho. Muitos alunos não compreendem que, um trabalho não identificado é um trabalho perdido; ele possivelmente irá desaparecer no meio da grande massa de trabalhos que um professor irá corrigir.
Neste sentido, a padronização (um modelo único de identificação) é extremamente necessária. Imaginem se todo mundo usasse a forma de identificar que quisesse. Ia ser uma grande bagunça.
Na capa deverão conter os seguintes elementos:
Cabeçalho: instituição de ensino, matéria, nome do professor. Este campo estará, OBRIGATORIAMENTE, no canto superior esquerdo da capa.
Título do trabalho: Deverá ser posicionado no centro da capa do trabalho.
Identificação do aluno(os): Consiste no nome e número de quem fez o trabalho ou dos integrantes do grupo. Será posicionado no canto inferior direito da capa, um pouco acima do local e da data.
Local e data: Irá se localizar no centro da folha de rosto (capa) em sua parte inferior, diretamente abaixo do título.

Confusos? Então deixem de preguiça e façam um esboço do que eu descrevi acima, em uma folha de papel, para poder visualizar melhor.

2 – ÍNDICE
Este é um campo relativamente simples, mas tem gente que se confunde muito. Alguns, por exemplo, chamam este campo de SUMÁRIO, que é outra coisa. O índice é muito simples, como já disse, e talvez por este motivo que os alunos o errem tanto. Você só precisa fazer o seguinte:
Conteúdo ‘x’________________número da página.
Acreditem-me, tem muita gente que erra isto. Quando for fazer um trabalho, só faça isto como foi indicado acima que você não terá problemas, ok?
Existe uma coisa que você não irá fazer no índice:
- O índice, sua página correspondente, não aparece no próprio índice: Ele não tem numeração NA página, mas ele conta como página, entenderam? Normalmente o índice fica na página 3 (a contar a partir da capa – página 1, a parte de trás da capa, 2 e finalmente o índice, 3 ).

3 – INTRODUÇÃO/APRESENTAÇÃO

A verdadeira distinção entre Introdução e Apresentação você só vai entender quando estiver na faculdade. Para o nosso trabalho vamos considerar os dois como a mesma coisa. Você poderá utilizar tanto um quanto o outro, mas NÃO OS DOIS AO MESMO TEMPO.
A Introdução deverá aparecer no índice, NUMERADA. A partir dela, todos os itens subseqüentes – Desenvolvimento, Conclusão, Fontes, Anexos – deverão ter uma numeração apropriada e também uma página específica. Logicamente, a Introdução será o número 1, e possivelmente estará na página 4 ou 5.
A Introdução (ou Apresentação) é o espaço no qual o aluno irá apresentar o tema do trabalho, explicar como o mesmo trabalho foi organizado e como foi feito – tipo de pesquisa utilizada, se houveram questionários, pesquisas de campo, qual foi o material consultado etc. Mas, principalmente, nesta parte do trabalho devem ser apresentados os OBJETIVOS da pesquisa feita. O que o aluno pretende apresentar? Como ele irá fazer isto? Estas perguntas serão retomadas quando o aluno for escrever a CONCLUSÃO.

4 – DESENVOLVIMENTO

É o trabalho em si. Nesta parte estará o que foi feito pelo aluno(os). O desenvolvimento poderá ter sub-itens. Sub-itens são partes no interior do trabalho que precisam de uma explicação mais detalhada. Vou apresentar um exemplo. Vamos supor que você fez um trabalho sobre, digamos, o Descobrimento do Brasil. Nós sabemos que o descobrimento não foi assim, de uma hora para outra; é uma estória com várias fases. Então ela poderia ser estruturada assim:
O Descobrimento do Brasil

1 – Introdução
2 – Antecedentes;
2.1 – As Grandes Navegações
2.2 – Os Descobrimentos Portugueses
2.3 - As Descobertas Espanholas
2.4 – O Tratado de Tordesilhas
3 – A Chegada de Cabral ao Brasil
3.1 – A Carta de Pero Vaz de Caminha
4 – Conclusão
5 – Fontes consultadas
Como foi dito anteriormente, os sub-itens ( no caso, 2.1, 2.2 .2.3... ) são desdobramentos do tema, que no trabalho ‘pedem’ uma parte própria no interior do desenvolvimento.

5 – CONCLUSÃO

Uma vez desenvolvido o trabalho, ele pode ser concluído. A conclusão é o campo adequado para retomar o que foi proposto na INTRODUÇÃO. É mesmo possível fazer na conclusão uma autocrítica: Os pontos onde o trabalho poderia ter ficado melhor. Mas isto depende das exigências da matéria e do professor. No fim das contas, o que ‘pega’ mesmo é que na conclusão você encerra o trabalho retomando o que você se propôs a fazer no início. Simples assim.

6 - FONTES CONSULTADAS


Este campo sempre dá problemas. Os alunos simplificam a coisa, chamando esta parte do trabalho de BIBLIOGRAFIA. Isto não é de todo errado. Se você só utilizar livros para consulta, então você tem uma bibliografia. O problema é que quase ninguém hoje em dia utiliza somente livros para fazer um trabalho. Atualmente, as pessoas usam várias fontes de consulta. Por este motivo, você deve considerar este campo como FONTES e não como BIBLIOGRAFIA. A não ser que, insisto, você só use livros.
Vou apresentar aqui dois tipos de fontes de consulta mais utilizadas e como devem ser lançadas em seu trabalho. Vou iniciar pela mais padrão:

BIBLIOGRAFIA: BIBLIOS significa LIVRO; GRAFIA é uma descrição; logo, bibliografia é uma descrição de livros. Nesta parte você coloca os livros que foram consultados para fazer os trabalhos. É muito chato lançar bibliografias, mas você pega a mão com o tempo, depois de tanto repetir:
SOBRENOME DO AUTOR, Nome do Autor. Título da Obra. Cidade: Editora, edição, ano.
Difícil? Vou apresentar um exemplo prático:
DARNTON, Robert. O Grande Massacre de Gatos e Outros Episódios da História Cultural Francesa. Rio de Janeiro : Graal, 4a ed., 2001.

Se você ficar com preguiça, procure no início do livro que você consultou, que tem uma espécie de ficha, normalmente na quarta ou quinta folha do livro, com estas informações. Mais uma vez, deixe de preguiça e pegue um livro qualquer e procure estas informações.
Um outro tipo de fonte muito utilizada hoje em dia é a internet. Quando você utilizar a Web para consultas, deve existir um campo dentro das fontes consultadas chamada de Fontes Eletrônicas ou Sítios Eletrônicos. Evite utilizar termos como sites ou webpages. Estas palavras não são da língua portuguesa. Se for utilizá-las, entretanto, sempre o faça apresentando estas palavras em itálico ( aquela letrinha inclinada para direita).
O grande lance da internet é velocidade em que informação é atualizada. Os livros demoram pelo menos um ano para fazê-lo: por este motivo que você tem que dizer qual edição do livro você consultou. E no caso da internet? É Simples. Sempre lance a data e a hora do acesso àquela informação retirada no seu trabalho conforme o exemplo abaixo:

http://www.rockonthenet.com/archive/2000/vh1rocksongs.htm
Acessado em 16/02/2010, 10:36 h

Note que a informação da página citada pode mudar na próxima hora. É o caso de páginas como a Wikipedia em que existem vários colaboradores.
Um problema muito comum na citação de fonte eletrônica é de onde a informção é retirada. Pense na web como uma biblioteca. Se você cita a biblioteca em que a informação foi retirada ou cita o livro? É o mesmo caso da internet. Buscadores de pesquisa, tais como Google ou Wikipedia são bibliotecas. Não servem para lançamento. Mas o site que você achou no Google ou o verbete (palavra) da Wikipedia é o que ser lançado nas fontes eletrônicas.

7 – ANEXOS.

Este campo, apesar de ser opcional, aparece aqui neste pequeno manual, por sua praticidade. Ocorre, por exemplo, que você faça um trabalho no qual você conseguiu muito mais material que o necessário – fotos, por exemplo. Mas, por um motivo qualquer, as tais imagens não precisam ser incluídas no trabalho, mas você quer apresentá-las. No trabalho sobre o descobrimento, por exemplo, você tem um diagrama de uma caravela. Por que não incluí-la? Pois bem, coloque esta imagem nos anexos.


Senhores, este é o conteúdo da aula 2. Como alguns dos nossos amigos não terão esta aula presencial, é de fundamental importância que vocês consultem blog para ter acesso a estas informações. Qualquer dúvida na execução de trabalhos, entrem em contato via e-mail.

Programa de curso de Sociologia: CEMSL, ano 2010

Olás a todos. Bem vindos. Gostaria que observassem que todas as aulas são DUPLAS.
1º bimestre:

- Aula 1 - Apresentação: conteúdo e métodos de trabalho a ser desenvolvido durante o ano. Apresentação de alguns conceitos; considerações sobre a objetividade das análises sociológicas com a apresentação de alguns temas conceituais.
- Aula 2 - Metodologia Científica: Elaboração de trabalhos acadêmicos/escolares. Conteúdo: Objetivos; métodos; introdução; desenvolvimento e conclusão.
- Aula 3 - Aspectos formais: Capa; contracapa; introdução; desenvolvimento; conclusão; fontes consultadas – bibliografia, sítios eletrônicos e outros.
Teoria Sociológica Clássica:
- Aula 4 - Auguste Comte e o Positivismo;
- Aula 5 - Émile Durkheim: Fato Social; Consciência Coletiva; Solidariedade Mecânica e Orgânica. – capítulo V
- Aula 6 - Max Weber: A Sociedade sob Perspectiva Histórica; Ação Social; Tipos Ideais; Ética Protestante. Capítulo VI
- aulas 7 e 8 - Karl Marx: Breve introdução a Teoria Marxista; Fundamentos da Lógica Dialética; Ideologia, Modo de Produção; Fetichismo da Mercadoria; Outros conceitos correlatos. Capítulo VII.
- Aulas 9 e 10 – Encerramento: Correção de atividades e entrega de notas.

2º Bimestre:
- Antropologia Contemporânea – capítulo X.
- Aulas 1 e 2 - Cultura e a questão Identitária.
- Aula 3 - Relativismo Cultural: Clifford Geertz.
- Aula 4 - Raça e Etnia: Franz Boas;
- Aulas 5, 6 e 7 : Raça e Etnia: Sérgio Buarque de Hollanda e as Raízes do Brasil. Contexto histórico da obra: a década de 20 e 30 no Brasil e no mundo; Apresentação de aspectos básicos da obra e seus conceitos.
- Aulas 8, 9 e 10: Encerramento: correção de trabalhos, exercícios e entrega de notas.

3º Bimestre: Teorias da comunicação. – capítulos XIII e XVI
-Aula 1 - A escola de Frankfurt: Pressupostos teóricos e principais pensadores (p.270)
- Aula 2 - A teoria Crítica: Indústria Cultural.
- Aula 3 - Estudo de Caso: O Fetichismo na Música e a Regressão da Audição – Max Horkheimer e Theodor Adorno. Apresentação de texto.
- Aula 4 - Estudo de caso: A Obra de Arte na Época da Reprodutibilidade Técnica – Walter Benjamin. Apresentação de texto e comentário de obras selecionadas.
- Os meios de comunicação de massa na Globalização:
- Aula 5 - Definição: Globalização.
- Aulas 5, 6, 7 - Características da Globalização: Informática e Automação; Pós-modernidade; Desterritorialização; Metropolização; Disparidades e desigualdades;
- Aula 8 - Mídia e Globalização : Propaganda e Meio-ambiente: Reflexão e Elaboração de texto.
- Aulas 9 e 10: Encerramento: Correções; entregas de nota.


4º Bimestre.

Métodos e Técnicas de pesquisa em Ciências Sociais. Cap. XIX e XX.
- Aulas 1, 2 ,3 : Embasamento conceitual para método de pesquisa nas Ciências Sociais: Modos de Ver; Indicadores quantitativos; observação; observação em massa; observação participante; observação controlada e observação participante. Documentos e registros; registro de observação. Experimento; questionário; entrevista; amostragem.
-Aulas 4, 5, 6, 7 : Acompanhamento dos trabalhos ( tarefas com notas específicas a cada fase ): Elaboração de grupos; delimitação de temas; delimitação de objetivos; especificação de Métodos; Execução de trabalho. Apresentação de resultados.
- Aulas 8, 9 e 10 : Encerramento: Entrega de notas; correção de tarefas.

Metodologia: Aulas expositivas, exercícios (Glossário de Conceitos e Categorias abordados pelos autores estudados. Elaborado em sala de aula, com auxílio do professor. Valor: 2,0 pts) e trabalho escrito (grupos de 4 – 5 integrantes, entregues via e-mail. Valor: 2,0 pts ). Avaliação bimestral ( Valor : 3,0 pts). Acresecente 2,0 pts do teste intermediário e 1,0 pt da avaliação formativo-social.

Observações:
- O blog do professor: http://solusmagister.blogspot.com/ Será o canal oficial de dicas, disponibilização de material didático.
- Os trabalhos deverão ser enviados via e mail no seguinte padrão: assunto: Título do trabalho; bimestre; turma. O trabalho deverá estar no formato Word documento anexo. Trabalhos com vírus não serão aceitos, bem como os desprovidos de identificação adequada.
Exemplo: Trabalho de Sociolgia;1º bimestre; 1º E.
- Note que, um trabalho não identificado, é um trabalho fora de seu lugar: Possivelmente será perdido.
- Só serão aceitos trabalhos entregues via e mail. Somente em último caso serão recebidos outros formatos, previamente justificados ao professor.
- O livro será disponibilizado, em sua versão digital, oportunamente no blog do professor. É de total responsabilidade do aluno providenciar seu material de leitura.
- Para os trabalhos escritos serão observados as regras da ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas ) : http://www.firb.br/abntmonograf.htm
- As regras gerais de elaboração de trabalhos será apresetada pelo professor nas primeiras aulas do bimestre.
- Trabalhos ou exercícios copiados de forma parcial ou em sua totalidade terão nota Zero.

Endereço para contato e entrega de trabalhos: marcelojosedomingos@gmail.com

Bibliografia: COSTA, Cristina. Sociologia: Introdução a Ciência da Sociedade. São Paulo, Moderna, 2007.

Aviso importantíssimo para as turmas de segunda e terça:

Não estarei na escola nestes dias. Logo, entrega dos trabalhos será em nossa próxima aula ( quarta, quinta ou sexta, dependendo da turma).

pra vocês verem como é fácil.

Hildegarda de Bingen, em alemão Hildegard von Bingen, (Bermersheim vor der Höhe, ca. 1098 — Kloster Rupertsberg, 17 de setembro de 1179) foi uma mística, filósofa, compositora e escritora alemã, abadessa de Rupertsberg em Bingen.

Francisco Buarque de Hollanda, conhecido como Chico Buarque (Rio de Janeiro, 19 de junho de 1944), é um músico, dramaturgo e escritor brasileiro. Filho do historiador Sérgio Buarque de Holanda, iniciou sua carreira na década de 1960, destacando-se em 1966, quando venceu, com a canção A Banda, o Festival de Música Popular Brasileira. Em 1969, com a crescente repressão da Ditadura Militar no Brasil, se auto-exilou na Itália, tornando-se, ao retornar, um dos artistas mais ativos na crítica política e na luta pela democratização do Brasil. Na carreira literária, foi ganhador do Prêmio Jabuti, pelo livro Budapeste, lançado em 2004.
Casou-se com e separou-se da atriz Marieta Severo, com quem teve três filhas: Sílvia, que é atriz e casada com Chico Diaz, Helena, casada com o percussionista Carlinhos Brown e Luísa. É irmão das cantoras Miúcha, Ana de Hollanda e Cristina. Ao contrário do que tem sido propagado na internet, Aurélio Buarque era apenas um primo distante do pai de Chico.[1]

Georges Alexandre César Léopold Bizet (Paris, 25 de outubro de 1838 - Bougival, 3 de junho de 1875) foi um compositor francês da época do romantismo. Suas obras mais conhecidas são as óperas Carmen e Les pêcheurs de perles ("Os pescadores de pérolas").

Heitor Villa-Lobos (Rio de Janeiro, 5 de março de 1887 – Rio de Janeiro, 17 de novembro de 1959) foi um maestro e compositor brasileiro.[1]
Destaca-se por ter sido o principal responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira em música, sendo considerado o maior expoente da música do Modernismo no Brasil, compondo obras que enaltecem o espírito nacionalista onde incorpora elementos das canções folcóricas, populares e indígenas.[2]

Móveis Coloniais de Acaju é uma banda brasileira de rock e ska com influências musicais do leste europeu e de música brasileira. Surgida em 1998 em Brasília, a banda possui um álbum lançado: Idem (2005). Em 2009 elaboraram o álbum virtual e gratuíto C mpl te.
O nome da banda é baseado em um evento histórico fictício: um suposto conflito unindo índios e portugueses contra os ingleses na Ilha do Bananal.[2]
Nx Zero (geralmente abreviado para Nx) é uma banda brasileira de Rock formada em 2001 na cidade de São Paulo. A banda é composta por Diego Ferrero (vocal), Leandro Rocha (guitarra e segunda voz), Daniel Weksler (bateria), Conrado Grandino (baixo) e Filipe Ricardo (guitarra).
A Banda lançou seu álbum de estréia pela gravadora Urubuz Records intitulado Diálogo? em 2004. Após este, a banda assinou contrato com a Arsenal Music/Universal Music e lançou mais dois álbuns: NX Zero, em 2006, e Agora, em 2008. Segundo a ABPD a Banda já recebeu 2 singles de Diamante, "Incontrolável" e "Consequência", "Cedo Ou Tarde" com Platina e "Razões e Emoções" com Ouro, com um total de mais de um 50 milhões downloads pagos, somente no Brasil.[1]

Agenor de Miranda Araújo Neto, mais conhecido como Cazuza (Rio de Janeiro, 4 de abril de 1958 – Rio de Janeiro, 7 de julho de 1990), foi um cantor e compositor que ganhou fama como o vocalista e principal letrista da banda Barão Vermelho. Sua parceria com Roberto Frejat foi criticamente aclamada. Dentre as composições famosas junto ao Barão Vermelho estão "Todo Amor Que Houver Nessa Vida", "Pro Dia Nascer Feliz", "Maior Abandonado", "Bete Balanço" e "Bilhetinho Azul".

Deep Forest é um grupo musical constituído por dois músicos franceses: Michel Sanchez e Eric Mouquet. Eles compõem um novo tipo de World Music, às vezes chamado Etnica electrônica, à mistura etnica com sons eletrônicos e dance beats ou chillout. O seu som tem sido descrito como uma "etno-introspectivo ambient world music". Eles foram nomeados para um Grammy Award em 1993 na categoria Melhor Álbum de World Music, e em 1996 eles ganharam o prêmio para o álbum Boheme. O grupo também ganhou na classe World Music de '95 (o grupo francês com o mais alto nível mundial de vendas - seus álbuns têm vendido mais de 10 milhões de cópias).

Enigma é um projeto musical elaborado por Michael Cretu, sua esposa Sandra Cretu, David Fairstein e Frank Peterson em 1990. Michael é o compositor e o produtor; Sandra fornece frequentemente o vocal em trilhas do Enigma. O casal trabalhou também junto no projeto da carreira solo de Sandra.

Antônio Carlos Brasileiro de Almeida Jobim (Rio de Janeiro, 25 de janeiro de 1927 — Nova Iorque, 8 de dezembro de 1994), mais conhecido como Tom Jobim, foi um compositor, maestro, pianista, cantor, arranjador e violonista brasileiro.

Marlui Nóbrega Miranda (Fortaleza, 12 de outubro de 1949) é uma compositora, cantora e pesquisadora da cultura indígena brasileira. Irmã da jornalista e escritora premiada Ana Maria Nóbrega Miranda. Casada com o fotógrafo Marcos Santili.
Em 1959, mudou-se para Brasília. Na Capital Federal, graduou-se em Arquitetura pela Universidade de Brasília e em Regência na Faculdade Santa Marcelina.
No ano de 1971 voltou a morar no Rio de Janeiro. Estudou também no Conservatório Villa-Lobos.
A partir de 1974 trabalhou com pesquisa de tradições musicais dos povos da Amazônia.

O Uakti é um grupo brasileiro de música instrumental, formado por Marco Antônio Guimarães, Artur Andrés Ribeiro, Paulo Sérgio Santos e Décio Ramos. O Uakti é conhecido por utilizar instrumentos musicais não convencionais, construídos pelo próprio grupo.

O funk carioca apesar do nome, é diferente do Funk originário dos Estados Unidos. Isso ocorreu pois a partir dos anos 70 eram realizados bailes 'black' ou bailes 'funk', com o tempo os DJs foram buscando novos ritmos de música negra mas o nome original permaneceu. O funk carioca tem uma influência direta do Miami Bass e do Freestyle.

Quinta semana: Forró!

Vamos pra mais uma semana.
Uma coisa que me tem incomodado, é a postura de alguns dos nossos colegas: Acham que nossas aulas são danceterias, ou algo do gênero. Isto é compreensível, aliás. Onde você vai ter uma aula com alguns dos sons que você só tem a oportunidade de ouvir em festas ( pois as boates são proibidas para menores...!)?
Mas não é tão simples assim.
Música, como objeto de análise, é mais um documento. E só. Qual é a sua reação ante a uma certidão de nascimento? Ou de uma foto antiga? As reações possíveis são diversas. Mas, como documento, a objetividade ( não absoluta, é lógico!) é fundamental: Critérios; pontos em comum com outras composições; contextos.
Objetividade, senhores!


Esta advertência é essencial para estudarmos o Forró... por motivos óbvios. Segue o verbete da Wiki. Note que o texto evidencia as características histórico-culturais do termo:
'Origem do nome

O termo "forró", segundo o folclorista potiguar Luís da Câmara Cascudo, estudioso de manifestações culturais populares, vem da palavra "forrobodó", de origem bantu (Tronco linguístico africano, que influenciou o idioma brasileiro, sendo base cultural de identidade no brasil escravista), que significa: arrasta-pé, farra, confusão, desordem.[1]

A Versão mais verossímil, apoiada pelo próprio historiador Câmara Cascudo, é a de que Forró é derivado do termo africano forrobodó e era uma festa que foi transformada em gênero musical, tal seu fascínio sobre as pessoas.

Na etimologia popular (ou pseudoetimologia) é freqüente associar a origem da palavra "forró" à expressão da língua inglesa for all (para todos). Para essa versão foi construída uma engenhosa história: no início do século XX, os engenheiros britânicos, instalados em Pernambuco para construir a ferrovia Great Western, promoviam bailes abertos ao público, ou seja for all. Assim, o termo passaria a ser pronunciado "forró" pelos nordestinos. Outra versão da mesma história substitui os ingleses pelos estadunidenses e Pernambuco por Natal do período da Segunda Guerra Mundial, quando uma base militar dos Estados Unidos foi instalada nessa cidade.

Apesar da versão bem-humorada, não há nenhuma sustentação para tal etimologia do termo, pois em 1937, cinco anos antes da instalação da referida base, a palavra "forró" já se encontrava registrada na história musical na gravação fonográfica de “Forró na roça”, canção composta por Manuel Queirós e Xerém.

Antes disso, em 1912, Chiquinha Gonzaga compôs Forrobodó, que ela classificou como uma peça burlesca e que lhe valeu, algum tempo depois, em 1915, o Prêmio Mambembe, sendo Mambembe também de origem banto, significando medíocre, de má qualidade'

Segue um link para os apreciadores do estilo musical : http://forrotemquesercoladinho.blogspot.com e mais este:
http://www.forroemvinil.com/ do qual retirei esta capa do ZéNilton.
Boa semana a todos.

Parece que vocês não estão me entendendo.

O trabalho bimestral envolve TODAS as composições sugeridas pelo PAS.Todas elas serão gravadas E analisadas.
Existem três casos especiais:
Uakti e Marluí: Pesquisar estes compositores e esclherem UMA música para gravação.
Funk: Escolham um de sua preferência e faça o seu trabalho. Aliás, lembre-se que eu vou ler. Então não precisa ser preocupar em pegar o funk com mais baixarias só para escandalizar...

Um problema na análise sociológica

'Maniqueísmo
Maniqueísmo, filosofia religiosa sincrética e dualística ensinada pelo profeta persa Mani (ou Manes), combinando elementos do Zoroastrismo, Cristianismo e Gnosticismo, condenado pelo governo do Império Romano, filósofos neoplatonistas e cristãos ortodoxos.

Filosofia dualística que divide o mundo entre Bem, ou Deus, e Mal, ou o Diabo. A matéria é intrinsecamente má, e o espírito, intrinsecamente bom. Com a popularização do termo, maniqueísta passou a ser um adjetivo para toda doutrina fundada nos dois princípios opostos do Bem e do Mal.'
Vocês me tomem cuidado com isto. Nas ciências humanas, torna-se impossível fazer alguma análise séria se nós caímos nesta armadilha. Sim é uma armadilha, bem intencionada, mas ainda assim, uma ratoeira.
Tenho o habito de falar que, em sala de aula, nós precisamos deixar Deus e o diabo do lado de fora. Caso contrário, não dá pra trabalhar.
A música como objeto de análise sociológica tem este grande problema: O maniqueísmo. Diz respeito a mania que temos em rotular algo de 'bom' ou 'ruim' . Se fizermos isto em música, dificilmente chegaremos a alguma conclusão, e com certeza arrumaremos uma boa briga.
Além do mais, estaremos falando esta semana de música pop, sob a perspectiva da Teoria Crítica. E para lembrarmos do bimestre passado, tudo que passa pela Industria do Entretenimento torna-se desprovido de suas características artísticas genuínas: tornam-se depravadas, segundo as próprias palavras de Theodor Adorno - um dos grandes autores daquela teoria.
Mas durante a semana vamos ter tempo de discutir muito sobre estes aspectos.

Quarta Semana: Música Pop

Segue o verbete de minha autoria:
'Pop: Simon Frith nos apresenta um franco entendimento da música Pop e indústria do Entretenimento: “O Pop é um processo de constante roubo e imitação. Os músicos, compositores e produtores roubam suas idéias e frases misturando convenções e correndo para utilizar o último brinquedo de tecnologia. O Pop desenvolve-se não só pela criação de expressões, mas também por mantê-las no mesmo universo” ( FRITH apud MARTIN: 2002, 05). Caracterizar o Pop tão somente como produção de músicas ‘comerciais’ é muito inocente. Existem vários exemplos de músicas e artistas tidos como comercialmente inviáveis, que por truque do destino, caem nas graças do grande público tornando-se Pop no Mainstream.'

Isto foi tirado do meu texto de mestrado.Muito acadêmico. Para quem não entendeu: Existe uma coisa chamada 'musica pop', sendo que o 'pop' é a abreviação de popular. Mas não necessariamente o 'pop' é aquilo mais óbvio tipo Britney Spears.

Pegue por exemplo, um grupo de heavy metal tal como o Iron Maiden. Iron é pop? Bem, é. Observe que as músicas de um grupo de metal, tem uma estrutura idêntica as músicas da Britney: introdução, estrofe, pré refrão ( aquela parte que vem antes do refrão, igualmente chiclete) refrão, e por aí vai. Esta estrutura, é uma estrutura de música pop, senhor@s.

Observe, também a extensão da música. Uma música pop tem entre 3 a cinco minutos. Não é também uma coincidência.
Mais aspectos sobre a estrutura de composições pop serão tratados em sala de aula.

Terceira semana: Jazz

Será o nosso tema desta semana, um pouco curta, devo ressaltar.
Segue, abaixo, o texto retirado da wikipedia sobre o tema. Notem que o contexto sócio-histórico-cultural se misturam a todo tempo:
"Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

O jazz é uma manifestação artístico-musical originária dos Estados Unidos. Tal manifestação teria surgido por volta do início do século XX na região de Nova Orleans e em suas proximidades, tendo na cultura popular e na criatividade das comunidades negras que ali viviam um de seus espaços de desenvolvimento mais importantes.

O Jazz se desenvolveu com a mistura de várias tradições musicais, em particular a afro-americana. Esta nova forma de se fazer música incorporava blue notes, chamada e resposta, forma sincopada, polirritmia, improvisação e notas com swing do ragtime. Os instrumentos musicais básicos para o Jazz são aqueles usados em bandas marciais e bandas de dança: metais, palhetas e baterias. No entanto, o Jazz, em suas várias formas, aceita praticamente todo tipo de instrumento.

As origens da palavra Jazz são incertas. A palavra tem suas raízes na gíria norte-americana e várias derivações têm sugerido tal fato. O Jazz não foi aplicado como música até por volta de 1915. Earl Hines, nascido em 1903 e mais tarde se tornou celebrado músico de jazz, costumava dizer que estava "tocando o piano antes mesmo da palavra "jazz" ser inventada".

Desde o começo do seu desenvolvimento, no início do século XX, o Jazz produziu uma grande variedade de subgêneros, como o Dixieland da década de 1910, o Swing das Big bands das décadas 1930 e 1940, o Bebop de meados da década de 1940, o Jazz latino das décadas 1950 e 60, e o Fusion das décadas de 1970 e 1980. Devido à sua divulgação mundial, o Jazz se adaptou a muitos estilos musicais locais, obtendo assim uma grande variedade melódica, harmônica e rítmica."

Esquemas para baixar músicas

Existem vários. Tem os tais dos torrents. Mas eu vou contar algo para vocês: Nunca baixei um torrent na vida, e já devo ter mais de 50 giga de coisa baixada na web. Como? Dê uma olhada em alguns blogs de música que você vai perceber. Mas tem que ter paciência e gosto pela coisa... Linkei alguns aí do lado. Não são todos de baixar música, mas são relativos a música. Vamos lá gente! Vamos ampliar estes horizontes.

Sobre Marluí Miranda e Uakti

Pode apresentar qualquer uma das músicas das obras destes dois artistas ( uma de cada um ), não se prendendo a uma composição específica. A sugestão do PAS reside no conhecimento da obra daqueles.

Uma dica de contextualização cultural: O termo World Music

Música do mundo
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
(Redirecionado de World music)
Ir para: navegação, pesquisa

A música do mundo (world music em língua inglesa) refere-se à música tradicional ou música folclórica de uma cultura criada e tocada por músicos indígenas dessa cultura, que está proximamente relacionada à música das regiões de onde são originários.[1]

O termo foi concebido por Robert E. Brown no início da década de 1960, significando uma amálgama de artes cénicas elaboradas de modo a promover a harmonia e o entendimento entre culturas. O expoente máximo da música do mundo, segundo a visão de Brown, era aprender as danças e estilos musicais executando-os.[2]
Índice
as


O termo World Music ganhou projeção internacional a partir da década de 80, graças a utilização de elementos musicais pouco conhecidos do público de cultura anglo-saxónica em geral.

Sua utilização na música pop se deu pelas mãos de artistas como Peter Gabriel (que fez parceria com o artista paquistanês Nusrat Fateh Ali Khan e com o senegalês Youssou N'Dour) e David Byrne (responsável pela projeção internacional de Tom Zé, lançando no mercado americano o seu álbum Estudando o Samba). Um outro colaborador importante foi George Harrison, que nas décadas de 60 e 70 trouxe ao mundo do rock a sitar indiana (tornando-se amigo de Ravi Shankar).

Dado o seu reconhecimento, hoje o Grammy conta com uma categoria específica para a World Music, na qual artistas brasileiros como Gilberto Gil e Sérgio Mendes já foram premiados.

Sweet Lullaby - Deep Forest

Também no Youtube, para dar uma sacada no som e correr atrás do mp3: http://www.youtube.com/watch?v=vvnVdMpgQOk

Sadness - Enigma

Lá no youtube: http://www.youtube.com/watch?v=UqNZ5Y5BgdA

Dica de contextualização Histórica: Quem foi Hildergard von Bingen?

Hildegarda de Bingen, em alemão Hildegard von Bingen, (Bermersheim vor der Höhe, ca. 1098 — Kloster Rupertsberg, 17 de setembro de 1179) foi uma mística, filósofa, compositora e escritora alemã, abadessa de Rupertsberg em Bingen.

Um link para baixar as músicas do Móveis Coloniais de Acaju

http://musicsharing-4all.blogspot.com/2009/10/moveis-coloniais-do-acaju.html
O site todo é bem legal - em termos de rock: http://musicsharing-4all.blogspot.com. A única restrição que eu diria, reside no fato do site evidenciar muito mais o heavy metal clássico e bandas pesadas nórdicas.
Em qual do cds estão as músicas do PAS, bem, nada é de graça. Baixem e procurem.